Cotações de Moedas fornecidas por Investing.com Brasil.

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NOTÍCIAS DO DIA

20-11-2017

 

Índia eleva imposto de importação sobre óleos vegetais para maior nível em uma década

MUMBAI/NOVA DÉLHI - O governo da Índia elevou as taxas de importação sobre óleos vegetais ao maior nível em mais de uma década, num momento em que o maior importador mundial desses produtos tenta dar suporte a seus produtores locais.

O aumento do imposto elevará os preços das oleaginosas e sua disponibilidade para moagem no mercado doméstico, ajudando o país a diminuir as importações de óleo vegetal no ano comercial 2017/18, que começou em 1o de novembro.

A Índia dobrou a taxa de importação sobre o óleo de palma bruto para 30 por cento, enquanto o imposto sobre o óleo de palma refinado subiu para 40 por cento ante 25 por cento, disse o governo em comunicado na noite de sexta-feira.

A taxa de importação sobre o óleo de soja bruto aumentou de 17,5 por cento para 30 por cento, enquanto sobre o óleo de soja refinado foi para 35 por cento ante 20 por cento.

A Reuters noticiou com exclusividade uma proposta de aumento dos impostos pelo governo neste mês. Trituradores de oleaginosas têm sofrido para competir com os baixos preços de importados da Indonésia, Malásia, Brasil e Argentina, reduzindo a demanda por colza e soja locais mesmo após uma brusca queda nos preços das oleaginosas.

Fonte: Reuters

 

Importações no Brasil vão crescer 14% em 2017, aponta relatório da Maersk

A Maersk estima que as importações e exportações no Brasil vão crescer, respectivamente, 14% e 1,5% em 2017. De acordo com balanço da empresa no terceiro trimestre, os números representam alta conjunta de 7% no ano. A empresa destaca que o comércio exterior brasileiro cresceu 10,2% no trimestre e avalia que o país se recupera mais rápido do que o esperado para esse fim de ano. A expectativa da companhia é que este Natal será o melhor desde o início da crise em 2015.

Segundo o relatório, os varejistas estão otimistas com aumento do consumo, depois de quatro trimestres de crescimento consistente de dois dígitos nas importações, com o terceiro trimestre registrando alta de 14,3%, ante 16,8% no segundo trimestre. As importações para Manaus (AM), principalmente produtos eletrônicos para consumidores das regiões Sul e Sudeste, saltaram 35% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2016.

A empresa destaca que os varejistas estão aumentando seus estoques antes do Natal e lembra que no ano passado os varejistas apenas mantinham os seus inventários. A Maersk ressalta que esse crescimento é sazonal e que o volume total de importação e exportação para o terceiro trimestre ainda está 9% abaixo dos volumes do mesmo período em 2014, ano anterior ao começo da crise. A Maersk entende que ainda existe um caminho a ser percorrido até que o comércio marítimo se recupere totalmente.
O diretor comercial da Maersk Line para a costa leste da América do Sul, Nestor Amador, contou ainda que a Maersk passou a disponibilizar mais contêineres refrigerados e lançou sistema de gerenciamento remoto de contêineres que possibilita rastrear e acompanhar seus produtos durante toda a viagem. “O forte crescimento do mercado de exportações está colocando muita pressão nas companhias de transporte marítimo, o que fez a Maersk mudar sua forma de atender os clientes do mercado reefer no Nordeste do Brasil, por exemplo", disse.

Recentemente, a Maersk Line anunciou mudança no seu serviço entre Nordeste e Europa durante a época de colheita. Pela primeira vez, a empresa estabeleceu um serviço direto entre a APM Terminals Pecém, no Ceará, e portos na Espanha, Holanda e Reino Unido. A companhia está trazendo quatro navios com capacidade de 1.800 TEUs, cada um com capacidade de carregar 400 contêineres refrigerados.

As exportações de carne subiram 37% no terceiro trimestre, registrando recuperação após uma desaceleração nos três meses anteriores. No entanto, Argentina, Uruguai e Paraguai também estão aumentando as exportações de carne, disputando espaço com os produtores brasileiros. “As exportações estão começando a performar melhor, mas já há mais demanda do que o setor de transporte marítimo inteiro consegue suprir atualmente. Em relação à carne, haverá ainda mais pressão com outros países competindo para aumentar seu market share”, observou João Momesso, diretor de trade e marketing da Maersk Line para a costa leste da América do Sul.

Fonte: PortoseNavios

 

Exportações do setor agropecuário crescem mais de 150% em um ano

O indicador mensal de Comércio Exterior do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre/Icomex), que traz os principais dados da balança comercial brasileira, mostram aumento de 31,7% no volume exportado no país em outubro último, em comparação a outubro do ano passado. Já o volume das importações no mesmo período cresceu 26%.

Os dados divulgados pela FGV revelam crescimento de 151% no volume exportado pelo setor agropecuário. O resultado é recorde e supera o de setembro, que também já havia sido recorde e, consequentemente, todas as variações registradas nos meses anteriores entre 2016 e 2017.

Já a indústria de transformação apresentou a segunda maior variação, com crescimento de 25,7%, superando pela primeira vez no ano o crescimento das exportações da indústria extrativa, que fechou em outubro com crescimento de 21,4% sobre o mesmo mês do ano passado.

Os destaques da indústria de transformação foram as vendas de automóveis para os mercados da América do Sul e para novos mercados, como a Arábia Saudita, justificando, segundo a FGV, “o bom desempenho do setor de bens duráveis da indústria de transformação”.

Os dados indicam que o preço das exportações aumentou em relação a setembro e cresceu 4,7% na comparação entre os meses de outubro de 2016 e 2017. “As principais contribuições para esse aumento foram do minério de ferro, com crescimento de 51% e petróleo e derivados (17,3%).

As contribuições foram importantes para o saldo positivo na balança, uma vez que o preço de alguns dos principais produtos agrícolas caiu, como foi o caso do complexo da soja, cujo recuou chegou a 10,3%.

A nota da FGV indica ainda que, no caso das importações, a liderança no volume importado coube aos bens semiduráveis, que chegou a crescer 34%, seguido dos bens duráveis, com expansão de 26%.

A FGV também observou desaceleração no ritmo de crescimento das importações de capital em relação ao resultado da comparação mensal de setembro, passando dos 71,5% da comparação setembro 2016/setembro 2017 para 25,6% entre outubro 2016/17.

“Observa-se, porém, que é o terceiro resultado seguido de variação positiva, o que sinaliza uma possível recuperação da taxa de investimento da economia”, ressaltou a nota da FGV.

Fonte: EBN

 

Porto de Paranaguá registra maior movimentação anual de sua história

O Porto de Paranaguá registrou, nesta quinta-feira (16), o maior volume de cargas já movimentadas em um mesmo ano na sua história. O complexo chegou a marca de 49.409 mil toneladas em 2017. 

A movimentação registrada entre janeiro e novembro deste ano já é 15% maior se comparada ao mesmo período de ano passado, quando 40 milhões de toneladas de produtos entraram e saíram pelo porto paranaense. O recorde de movimentação anual anterior é de 2013, com 46.168.102 toneladas.

O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, atribui os resultados aos investimentos de R$ 624 milhões para devolver a competitividade ao Porto de Paranaguá.

“Infraestrutura, tecnologia, inovação e planejamento. Priorizamos todas estas áreas para atender cada vez mais e melhor o agronegócio e a indústria e atingimos um novo patamar com repercussão internacional”, declarou Richa Filho.

Até esta quinta-feira, 31,6 milhões de toneladas de granel sólido passaram pelo Porto de Paranaguá, o que representa 68% da movimentação total de cargas. As cargas gerais contabilizam 8,9 milhões de toneladas, com 19% das operações, e o granel líquido soma 5,8 milhões de toneladas, com 13% do total das cargas.

Fonte: A Tribuna

 

Sem acordos internacionais, Brasil perde espaço no comércio global

Sem acordos internacionais de peso e sendo considerado um dos países mais fechados do mundo, o Brasil vem perdendo ano a ano espaço no comércio internacional. O País, que em 2011 chegou a ter uma participação de 1,4% nas exportações e importações globais, viu essa fatia cair para 1,1% no ano passado. Entre os maiores exportadores, chegou a ocupar a 22.ª posição em 2013, mas caiu para o 26.º posto no ano passado, segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Embora esteja encolhendo lá fora, o Brasil vive um momento em que exporta bem mais do que compra do exterior. De janeiro a outubro, o saldo foi positivo em US$ 58,5 bilhões – o maior superávit da série histórica. Só que o desempenho se deve, sobretudo, ao crescimento dos preços das commodities. Nos produtos de maior valor agregado, o País ainda sofre com a falta de competitividade. 

“Comemorar a alta nas exportações é correto, mas o fato de o Brasil ser fechado cobra um preço caro na qualidade das nossas exportações. Só exporta bem quem consegue importar sem tantas barreiras”, diz a professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Lia Valls.

Especialistas consultados pelo Estado lembram que o Brasil é corretamente retratado pela OMC como uma economia amplamente movida pelo mercado interno. “Temos um mercado consumidor grande e é até natural que as empresas nacionais se voltem para ele”, diz Lia.

Ao se considerar a participação das importações no PIB (indicador construído pelo Banco Mundial), de 12,1% no ano passado, o Brasil acaba figurando na lista dos países mais fechados do mundo. O porcentual é menos de um terço que o do México, por exemplo.

“O baixo grau de integração ao comércio mundial desestimula tanto a inovação quanto a competitividade internacional das empresas”, afirma Sandra Rios, do Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento (Cindes). “Isso reflete a política comercial brasileira, que privilegia o desenvolvimento de uma indústria integrada verticalmente e voltada para o mercado interno.”

O resultado desse cenário é a má alocação dos recursos produtivos, a baixa incorporação de avanços técnicos e a reduzida inserção no comércio internacional de manufaturados. “Na saída da recessão econômica, o País continua dependente do mercado doméstico para a retomada do nível de atividade da indústria”, diz Rios.

Plano B. Com o mercado interno em baixa nos últimos anos, o que os analistas esperavam era que houvesse uma explosão no número de empresas brasileiras exportadoras em todos os níveis, mas isso não ocorreu.

Mais de 300 empresas deixaram de exportar nas maiores faixas de valor, acima de US$ 5 milhões, entre 2013 – quando a recessão ainda não tinha começado – e outubro deste ano. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

A Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp, e uma das principais exportadoras de manufaturados do País, viu suas vendas externas de compressores para refrigeração caírem 40% nos últimos cinco anos (leia mais na B3).

O crescimento no número de exportadores ocorreu apenas na base, entre os que comercializaram até US$ 5 milhões no ano. Essas empresas de menor porte foram as que ajudaram a puxar o total de exportadores. Em 2013, 21,8 mil companhias venderam ao exterior, considerando todas as faixas. Neste ano, até outubro, o total chegou a 24,3 mil.

Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), publicada em 2016, ajuda a entender alguns dos problemas do exportador brasileiro para se manter no mercado internacional: custo de transporte e tarifas de portos e aeroportos.

“No passado, a gente reclamava dos países que colocavam barreiras, hoje os maiores entraves são internos”, diz o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. Ele lembra que as exportações brasileiras também são muito concentradas nos países da América Latina. “O Brasil acaba dependendo em dobro das commodities, tanto para melhorar o saldo do País quanto para que seus vizinhos consigam comprar mais produtos brasileiros.”

Governo admite que abertura está atrasada

Integrantes do governo brasileiro reconhecem que o País está atrasado em abrir o seu mercado e, com isso, desperdiça oportunidades de crescimento econômico. “Depois da abertura do mercado nos anos 1990, as tarifas de importação caíram muito pouco”, observou o secretário de Acompanhamento Econômico, Mansueto Almeida. 

Ele considera que a maior integração comercial é essencial para impulsionar o crescimento. Citou como exemplo a Embraer, que compete no mercado mundial porque importa o que há de melhor para seus aviões (leia mais abaixo). Uma economia forte, disse, exporta muito, mas também importa muito. 

Essa, porém, não é a realidade de toda a indústria. Setores mais afetados pela competição de importados apontam a elevada carga tributária, a infraestrutura ruim e a falta de crédito para justificar sua fragilidade.

Embora tenha caído duas posições no ranking global do relatório Doing Business, do Banco Mundial, o Brasil avançou dez posições em facilidade de comércio. Isso é resultado dos poucos avanços na implementação do Portal Único na época em que o relatório foi feito, segundo o secretário de Comércio Exterior, Abrão Árabe Neto. O Portal reúne as duas dezenas de órgãos públicos que atuam no comércio exterior. 

O atual governo também busca ampliar os acordos comerciais do Brasil. O maior deles é o do Mercosul com a União Europeia. Estão na mira o Canadá, o Efta (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein), a Coreia do Sul e os países da Asean (Tailândia, Filipinas, Malásia, Cingapura, Indonésia, Brunei, Vietnã, Mianmar e Laos). 

Fonte: Estadão

 

Exportação de soja do Mato Grosso do Sul já supera em 21% o volume embarcado em 2016

Entre janeiro e outubro deste ano, a exportação de soja de Mato Grosso do Sul somaram 3,48 milhões de toneladas. O resultado supera em 21% todo o volume embarcado em 2016, de 2,9 milhões de toneladas. Os dados citados estão do Boletim Casa Rural, elaborado pela Unidade Técnica do Sistema Famasul que revelam, ainda, que tal resultado é fruto de alguns fundamentos econômicos registrados por essa commodity.

Aumento das negociações

“A demanda aquecida pela soja no mercado internacional e o dólar ao redor de R$ 3,20 mantendo nossa competividade, resultaram no aumento das negociações com outros países”, diz o analista de economia do Sistema Famasul, Luiz Gama. A receita das vendas atingiu, no mesmo intervalo, US$ 1,30 bilhão, com alta de 23,6% em relação a todo ano de 2016, quando o faturamento obtido com as negociações de soja somaram US$ 1,05bilhão.

Exportação de soja

De acordo com os dados da Secretaria de Comercio Exterior (Secex), em nível de Brasil, foram exportadas 63,6 milhões de toneladas também entre janeiro e outubro, com incremento de 23,4% no comparativo com 2016. A China foi o principal destino das exportações de soja em grão de Mato Grosso do Sul de janeiro a outubro deste ano, respondendo por US$ 1,06 bilhão, ou 81,4% do total.  O porto de Paranaguá – PR com 36,98% do total das receitas com exportação foi a principal porta de saída da soja em grão sul-mato-grossense de janeiro a outubro desde ano, informou a Famasul em comunicado.

Fonte: sfagro

 

13-11-2017

 

BRASIL VAI EXPORTAR OVOS PARA A ÁFRICA DO SUL

Primeira remessa do produto líquido e processado será enviada no fim deste mês. País já exporta para mais de 50 mercados

A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu, na manhã desta segunda-feira (6), carta do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca da África do Sul (DAFF) informando que aquele país quer importar do Brasil ovos in natura (líquidos) e ovos processados (congelados). Carta recebida da África do Sul apresenta proposta dos Certificados Sanitários Internacionais (CSIs) para viabilizar as exportações brasileiras desses produtos.

O Brasil já exporta ovos para mais de 50 países, com remessas equivalentes a US$ 110 milhões em 2016. Segundo o Secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Luiz Ribeiro e Silva, “a demanda sul-africana pelos ovos e produtos à base de ovos do Brasil, são resultado de décadas de pesquisa, investimento e reconhecimento da excelência dos sistemas sanitário e produtivo brasileiro”. O primeiro embarque para o país deverá ocorrer entre o fim deste mês e o início de dezembro.

O primeiro fornecedor do produto deverá ser a Netto Alimentos, com demanda inicial de 25 containeres (30 mil caixas) semanais de ovos in natura. A empresa já fornece o produto para a Arábia Saudita, Emirados Árabes e Guiné Equatorial. De acordo com o diretor comercial da empresa, Júlio Cesar Carvalho, “na África do Sul, as negociações incluem seis empresas estabelecidas no país, entre elas, companhias de matriz europeia”. O executivo destacou que o produto brasileiro chega à África do Sul em até 19 dias, o que representa vantagem em relação a fornecedores dos Estados Unidos, já que o tempo de entrega é de 31 dias. “Além disso, o aspecto sanitário e a inexistência de gripe aviária no Brasil, ajudam na escolha de fornecedores brasileiros”.

Em outubro passado, o ministério sul africano (DAFF) apresentou ao Mapa proposta de Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) para respaldar também exportações brasileiras de material genético avícola (ovos férteis).

Fonte: ExportNews

 

EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA TÊM ALTA DE 39,72% EM OUTUBRO

As exportações brasileiras de carne bovina registraram alta de 39,72% no volume embarcado em outubro (144.615 toneladas), na comparação com o embarque realizado no mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

O faturamento com as negociações realizadas no mês girou em torno de US$ 605 milhões, o que representa um aumento de 38,11% em relação ao faturamento em outubro de 2016. O levantamento da Abiec aponta ainda que na comparação com setembro deste ano, as exportações registraram aumento de 6,74% em volume e 8,65% em faturamento.

Responsável pela compra de 35.766 toneladas de carne bovina, 67,22% a mais do que o negociado em outubro de 2016, Hong Kong continuou sendo o principal destino da carne produzida pelo Brasil. No mês passado, as negociações com a região geraram um faturamento aproximado de US$ 138 milhões, com alta de 73,11% em relação ao faturamento no mesmo período do ano anterior.

No ranking de principais importadores da carne bovina brasileira (quadro abaixo), Hong Kong é seguido pela China que importou 20.615 toneladas e gerou um faturamento de US$ 92 milhões e Egito, que comprou 19.156 toneladas e possibilitou o Brasil faturar perto de US$ 66 milhões.

Fonte: ExportNews

 

CAMEX LANÇA CONSULTA PÚBLICA SOBRE REGULAÇÃO NO COMÉRCIO EXTERIOR

Resultados serão usados na elaboração da Agenda Regulatória de Comércio Exterior 2018-19

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) lançou consulta pública para receber contribuições da sociedade sobre as práticas e os problemas que se referem aos órgãos reguladores com impacto no comércio exterior. Os resultados da consulta serão usados como insumos para a elaboração da Agenda Regulatória de Comércio Exterior 2018-19.

O convite para participar da elaboração da Agenda Regulatória de Comércio Exterior é aberto a todos os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como ao público em geral dos diversos segmentos da sociedade civil, interessados nas atividades de regulamentação, monitoramento, controle e fiscalização de comércio exterior, inclusive estrangeiros.

A Agenda Regulatória de Comércio Exterior é um instrumento de planejamento para auxiliar na identificação e organização de temas estratégicos que serão acompanhados pela Camex no próximo biênio.

A iniciativa também promoverá transparência e previsibilidade, pois tornará públicas as ações prioritárias que a Camex pretende colocar em prática entre os diversos órgãos reguladores com impacto no comércio exterior e permitirá acompanhamento e participação das empresas e da sociedade.

O edital de chamamento para participar da elaboração da Agenda Regulatória de Comércio Exterior 2018/2019 foi publicado no Diário Oficial da União em 07 de novembro de 2017 e estará aberto a contribuições até o dia 08 de janeiro de 2018. Os interessados em participar do processo deverão preencher os formulários e enviá-los ao email secamex@camex.gov.br até 08 de janeiro de 2018.

Informações: http://www.mdic.gov.br/index.php/component/content/article?id=2852

Download dos formulários por área temática:

Tema 1 – Aduana, procedimentos de comércio exterior e facilitação de comércio (CAMEX, RFB, SUFRAMA e CNPQ)

Tema 2 – Regulamentos técnicos e sanitários (ANVISA, MAPA e INMETRO)

Tema 3 – Produtos da base industrial de defesa, bens sensíveis e controle de produtos químicos (MCTIC, MD e DPF)

Tema 4 – Financiamento e garantias (CAMEX)

Tema 5 – Defesa comercial

Tema 6 – Zonas de Processamento de Exportação (CZPE MDIC)

Tema 7 – Transporte e logística (ANTT, ANAC e ANTAQ)

Tema 8 – Serviços e Compras públicas (SCS do MDIC, MS e MPDG)

Dúvidas sobre o preenchimento poderão ser esclarecidas por meio do telefone (61) 2027-7631 ou via correio eletrônico: secamex@camex.gov.br

Fonte: Camex

 

FLUXO CAMBIAL: SALDO POSITIVO DE US$ 3,9 BILHÕES EM OUTUBRO

Mais dólares entraram no país do que saíram em outubro. De acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (8), o fluxo cambial ficou positivo em US$ 3,912 bilhões, no mês passado.

Em outubro, a conta financeira (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registrou entrada líquida de US$ 762 milhões, enquanto o segmento comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) registrou US$ 3,150 bilhões.

Nos primeiros dias deste mês, o resultado ficou negativo. O fluxo cambial registrou saída líquida de US$ 1,347 bilhão, nos dois primeiros dias úteis deste mês. O segmento financeiro ficou negativo em US$ 1,704 bilhão, e o comercial, positivo em US$ 357 milhões.

De janeiro a 3 de novembro, o fluxo cambial registrou saldo positivo de US$ 9,244 bilhões.

Fonte: ExportNews

 

09-11-2017

 

Exportação de carne bovina do Brasil cresce quase 40% em outubro ante 2016, diz Abiec

SÃO PAULO - As exportações de carne bovina do Brasil cresceram 39,72 por cento em outubro ante igual mês de 2016, para 144,6 mil toneladas, informou nesta terça-feira a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Açougueiro prepara carnes em São Paulo 26/6/2017 REUTERS/Paulo Whitaker

A receita com os embarques alcançou cerca de 605 milhões de dólares, alta 38,11 por cento.

Na comparação com setembro, as exportações avançaram 6,74 por cento em volume e 8,65 por cento em faturamento.

Hong Kong continua sendo o principal destino da proteína produzida no Brasil, comprando 35,76 mil toneladas em outubro, alta de 67,22 por cento na comparação anual, disse a Abiec.

Na sequência aparecem China, que importou 20,61 mil toneladas, e Egito, que comprou 19,15 mil toneladas.

Os dados até outubro ainda não apontam impactos de recentes barreiras adicionais impostas pela Rússia contra a importação de carne de frigoríficos brasileiros, segundo reportado no último fim de semana.

Em outubro, a Rússia importou 14,28 mil toneladas de carne do Brasil, ocupando a quinta colocação entre os principais importadores do produto nacional, atrás do Irã, afirmou a Abiec.

Fonte: Reuters

 

Macri diz que economia argentina crescerá mais de 3%, espera acordo Mercosul-UE para este ano

NAÇÕES UNIDAS - A economia argentina crescerá “um pouco mais” de 3 por cento em 2017, disse nesta terça-feira o presidente Mauricio Macri, uma taxa superior ao esperado, mas que poderia obrigar o país a desembolsar vários milhões de dólares em pagamentos de bônus atrelados ao crescimento.

“Todos dizem (que a economia crescerá) 2,8 por cento, mas eu digo que vamos crescer um pouco mais de 3 por cento”, afirmou Macri em entrevista à Reuters na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York.

Macri afirmou também que espera que um acordo entre Mercosul e União Europeia seja fechado ainda neste ano.

Quanto às tarifas elevadas que os Estados Unidos aplicaram às importações argentinas de biodiesel em agosto, Macri disse que o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, está fazendo todo o possível para chegar a um acordo com o setor privado desse país e desativar os obstáculos comerciais.

“Nós não alcançamos isso, mas sou otimista”, disse Macri sobre o acordo, acrescentando que, se não conseguir, vai acionar a Organização Mundial de Comércio (OMC).

Fonte: Reuters

 

Importações de petróleo pela China caem ao menor nível em mais de 1 ano

PEQUIM - As importações chinesas de petróleo em outubro caíram para o menor nível mensal em 13 meses, recuando de um quase recorde em setembro, à medida que compras de refinarias independentes diminuíram devido a suas cotas de importação.

Os dados da Administração Geral das Alfândegas mostraram nesta quarta-feira que as importações atingiram 31,03 milhões de toneladas em outubro, ou 7,3 milhões de barris por dia (bpd), alta em relação ao mesmo mês do ano anterior, mas muito abaixo dos cerca de 9 milhões de bpd de setembro.

“As menores importações refletiram menos compras de refinarias independentes, já que muitas delas estão ficando sem cota de petróleo para este ano”, disse Li Yan, analista de óleo do Zibo Longzhong Information Group.

As importações mais baixas em outubro foram uma surpresa, segundo o analista, já que a demanda geralmente cresce no quarto trimestre com fortes taxas de processamento de refinarias.

Fonte: Reuters

 

Importação chinesa de soja cai em outubro, fica abaixo da expectativa por atrasos

PEQUIM - A China importou 5,86 milhões de toneladas de soja em outubro, queda de 28 por cento em relação ao mês anterior e bem abaixo das expectativas do mercado, de acordo com dados do governo divulgados nesta quarta-feira, depois que alguns embarques sofreram atrasos nos EUA.

As importações ainda aumentaram 12 por cento na comparação com outubro do ano passado, quando somaram 5,21 milhões de toneladas, em meio à forte demanda no principal comprador mundial da oleaginosa, de acordo com dados da Administração Geral de Alfândega.

“Os números são muito inferiores aos esperados. O principal motivo foi um atraso nos embarques dos EUA devido a questões sobre a qualidade dos grãos e alguns problemas logísticos ”, disse Monica Tu, analista da Shanghai JC Intelligence.

Fornecedores de soja nos Estados Unidos tiveram dificuldades para encontrar grãos de alta qualidade após danos nas lavouras decorrentes dos furacões, o que atrasou as remessas.

Uma lacuna sazonal na oferta no exterior também reduziu as importações, uma vez que a soja dos EUA não atingiu o mercado em grandes volumes, enquanto os suprimentos da América do Sul estão menores no momento, disseram analistas.

As importações da oleaginosa devem subir em novembro e dezembro, com a demanda geralmente crescendo nos meses de inverno no Hemisfério Norte, antes do Ano Novo Lunar.

“Embarques atrasados ​​serão enviados para chegar em novembro e dezembro, aumentando as importações para mais de 9 milhões de toneladas em média nos dois meses”, disse Tu.

Fonte: Reuters

 

Crescimento de exportações e importações da China desacelera em outubro e economia perde força

O crescimento das exportações e importações da China desacelerou em outubro, em um sinal de que a segunda maior economia do mundo está começando a perder força após um primeiro semestre forte uma vez que o combate de Pequim à poluição afeta a produção industrial.

Os dados comerciais também mostraram que o superávit da China com os Estados Unidos, historicamente um ponto sensível nas relações entre os dois países, diminuiu no mês passado enquanto os investidores aguardavam a chegada do presidente norte-americano Donald Trump em Pequim.

As exportações em outubro aumentaram 6,9 por cento sobre o ano anterior em termos de dólares, contra expectativa de analistas de 7,2 por cento e ante crescimento de 8,1 por cento em setembro, mostraram dados oficiais nesta quarta-feira.

As importações subiram 17,2 por cento em outubro na base anual, superando a expectativa de 16 por cento mas abaixo do aumento de 18,7 por cento registrado em setembro.

Segundo analistas, juntos os números reforçam os recentes sinais de desaceleração no ímpeto econômico no momento em que o combate à poluição e as regras mais severas para reduzir a dependência da China da dívida pesam sobre a atividade em geral.

O superávit comercial do país em outubro chegou a 39,17 bilhões de dólares, de acordo com cálculos da Reuters a partir de dados da Administração de Alfândega, contra expectativa de 39,5 bilhões e 28,61 bilhões de dólares em setembro.

Os embarques para os EUA subiram 8,3 por cento em outubro sobre o ano anterior, enquanto as importações aumentaram 4,3 por cento. Isso resultou em um superávit comercial de 26,62 bilhões de dólares com o país no mês passado, com base em cálculos da Reuters, ante o recorde de 28,08 de dólares em setembro.

Mas o superávit ainda está acima da tendência recente e pode manter a tensão alta, segundo analistas.

Fonte: Reuters

 

China: Exportações desaceleram para alta de 6,9% ao ano em outubro

As exportações da China cresceram 6,9% em outubro em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados oficiais divulgados nesta quarta-feira. Em setembro, as exportações tinham avançado 8,1% na comparação anual. O dado de outubro ficou levemente abaixo dos 7,0% de alta prevista por economistas consultados pelo “The Wall Street Journal”.

Medidas de proteção ambiental e um número menor de dias úteis em outubro podem ter reduzido o crescimento da produção e da exportação da China no mês, segundo análise de Betty Wang, economista do banco ANZ para a China.

As importações em outubro se expandiram 17,2%, de acordo com a Administração Geral de Aduanas da China, superando a previsão dos economistas, de crescimento de 16,3%, mas ficando abaixo da alta de 18,7% de setembro.

Com isso, o país alcançou um superavit comercial de US$ 38,2 bilhões, bem acima dos US$ 28,08 bilhões registrados em setembro, mas um pouco aquém dos US$ 40 bilhões previstos pelos economistas.

O superávit comercial da China com os Estados Unidos recuou levemente em outubro, para US$ 26,62 bilhões, ante o recorde de US$ 28,08 bilhões em setembro, segundo o governo.

Os Estados Unidos responderam por 70% do superávit comercial da China em outubro.

Outubro também foi o quinto mês consecutivo em que o superavit com os Estados Unidos superou US$ 25 bilhões, o que coloca o ano de 2017 no caminho para outro recorde anual.

Em yuan

Quando medidas na moeda chinesa, o yuan, as exportações do país cresceram 6,1% em outubro em relação ao mesmo mês do ano passado, após ter avançado 9,0% em setembro, segundo dados oficiais divulgados também nesta quarta-feira.

As importações em outubro se expandiram 15,9% em yuan, comparadas a uma alta de 19,5% em setembro. Com isso, o país alcançou um superavit comercial de 254,47 bilhões de yuan (US$ 38,32 bilhões), ante 193 bilhões de yuan em setembro.

Fonte: Valor

 

06-11-2017

 

Balança comercial registra novo recorde

Saldo entre exportações e importações bateu em US$ 58,5 bilhões no ano, o maior resultado da série para o período

Com a demanda externa aquecida e os preços internacionais favorecendo produtos brasileiros, as vendas ao exterior superaram as importações em US$ 5,2 bilhões em outubro, o melhor resultado para o mês da série histórica, que tem início em 1989.

Em outubro, as exportações somaram US$ 18,9 bilhões, alta de 31,1% ante outubro de 2016 e o maior crescimento mensal do ano. 

Com isso, o valor que o País vendeu ao exterior de janeiro até o mês passado (US$ 183,4 bilhões) praticamente igualou o montante exportado em todo o ano de 2016 (US$ 185,2 bilhões).

O valor alcançado em 2017 já supera em US$ 30 bilhões as exportações do mesmo período do ano passado. “Isso foi motivado pela safra recorde de grãos e pelas vendas de minério de ferro e petróleo, entre outros produtos”, afirmou o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), Herlon Brandão, destacando o aumento nas vendas de minério de ferro e petróleo bruto e de carne de frango in natura e milho.

As importações também registraram alta, de 14,5%, somando US$ 13,676 bilhões. Houve crescimento nas compras de bens de capital em outubro pelo terceiro mês consecutivo (18,7%), o que não acontecia desde 2013. “Isso está em consonância com o crescimento da produtividade industrial, é um sinalizador de melhora da economia e da atividade econômica”, completou Brandão.

No ano, a balança está no azul em US$ 58,5 bilhões, também o maior resultado da série para o período. Na semana passada, o governo aumentou a previsão oficial para o superávit do ano de US$ 60 bilhões para de US$ 65 bilhões a US$ 70 bilhões.

Para o economista-chefe da Lopes Filho & Associados, Julio Hegedus Netto, a alta verificada nas exportações e importações indica que a economia engatou um maior ritmo de dinamismo. “Vemos uma economia que está retomando, não um fato isolado ou algum negócio pontual que está distorcendo o resultado. Está ocorrendo um aumento de intensidade em toda a corrente comercial”, afirmou o economista. 

Para 2018, os economistas projetam um saldo menor do que neste ano. De acordo com a economista do Credit Suisse, Iana Ferrão, isso reflete o maior crescimento da economia, que deve elevar as importações, a queda da safra agrícola e a redução esperada nos preços de alguns produtos, como minério de ferro.

Minério. Enquanto o Congresso discute taxar exportações de minérios para cobrir perdas de Estados com a desoneração de ICMS, como noticiou ontem o Estadão/Broadcast, Brandão, ressaltou que o Brasil não tem tradição de taxar produtos exportados. Ele disse desconhecer a discussão em curso no Legislativo.

A proposta incluída no relatório do projeto que regulamenta os repasses da chamada Lei Kandir, apresentado terça-feira pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT) na comissão mista criada para discutir o tema, é taxar as exportações de minério brasileiras em até 30%. O relatório deverá ser votado na próxima semana. 

Fonte: Estadão

 

Porto do Itaqui projeta exportação maior em 2017 após safra recorde no Brasil

SÃO PAULO - O porto brasileiro do Itaqui, o de águas profundas mais próximo ao Canal do Panamá, projeta para 2017 um aumento no volume embarcado graças a uma safra de grãos recorde e ao desenvolvimento de uma nova fronteira agrícola no norte do país.

A maior parte da carga de exportação do Itaqui chega via linha férrea, modal considerado mais eficiente que as estradas. É o porto público mais profundo do Brasil, e o tempo de viagem para Europa e América do Norte a partir de lá pode ser sete dias mais curto se comparado a terminais do sul do país.

Itaqui movimenta minerais, grãos, fertilizantes, remessas de combustível e celulose. Até recentemente, foi estratégico para a Petrobras, que aproveitava seu profundo calado para importar combustível em grandes embarcações.

Com uma mudança na estratégia da Petrobras, que praticamente anulou suas operações de transbordo com combustíveis no porto, os grãos tornaram-se ainda mais importantes para as atividades do Itaqui, disse Ted Lago, chefe da empresa estatal maranhense que administra o porto, em uma entrevista por telefone.

Após a mudança da Petrobras, os volumes gerais de carga em 2016 caíram cerca de 23 por cento, num momento em que o novo terminal de grãos do Itaqui ainda estava intensificando suas operações. Uma queda na produção de grãos na região de Matopiba, a nova fronteira agrícola do Brasil, também impactou o volume movimentado no porto no ano passado.

No entanto, a safra em Matopiba se recuperou, e o Brasil teve uma colheita de grãos recorde neste ano. Com isso, o volume total movimentado por Itaqui deve aumentar 12,5 por cento, para 19 milhões de toneladas, com os grãos representando 8 milhões de toneladas, disse Lago.

Ainda assim, recentes questões regulatórias ameaçaram a ambição de Itaqui de se tornar um dos portos públicos mais eficientes do Brasil.

Depois de empresas como a Louis Dreyfus e a Glencore International gastarem cerca de 600 milhões de reais para construir um novo terminal de grãos como parte de um consórcio, uma regulamentação da Antaq limitou a quantidade de grãos que um operador estabelecido, a VLI Operações Portuárias, poderia movimentar em Itaqui.

O limite, que é de 2,4 milhões de toneladas de soja e 90 mil toneladas de farelo de soja, objetivava atrair investidores privados para o novo terminal do Itaqui, disse Lago. A VLI, que tem a mineradora Vale como sua maior acionista, opera uma das duas ferrovias que chegam a Itaqui.

Até que o consórcio conhecido como Tegram Operações Portuárias atinja sua capacidade operacional máxima, o que está previsto para acontecer em meados de 2019, a limitação permanece, disse Lago.

Fonte: Reuters

 

Exportação de carne de frango do Brasil cresce 16,2% em outubro, diz ABPA

SÃO PAULO - As exportações de carne de frango do Brasil, considerando-se todos os produtos in natura e processados, atingiram 365,5 mil toneladas em outubro, alta de 16,2 por cento na comparação com igual mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em receita, os embarques aumentaram em 24,6 por cento, para 634,4 milhões de dólares, ante outubro do ano passado.

No acumulado do ano, as vendas internacionais de carne de frango chegaram a 3,674 milhões de toneladas, queda de 0,5 por cento ante o mesmo período de 2016. A receita de exportação, contudo, subiu 7,2 por cento para 6,158 bilhões de dólares.

“Com este resultado, estamos próximo de zerar as perdas acumuladas ao longo deste ano repleto de adversidades, e sustentamos a perspectiva de um fechamento anual com resultado positivo em volumes e receita”, destacou o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra

Fonte: Reuters

 

Exportações de minério poderão ser taxadas para compensar Lei Kandir

As exportações de minério brasileiras poderão ser taxadas em 30% para compensar as perdas dos Estados com a isenção de ICMS sobre vendas ao exterior. A proposta foi incluída no relatório do projeto que regulamenta os repasses da chamada Lei Kandir, apresentado nesta terça-feira pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT) na comissão mista criada para discutir o tema. O relatório deverá ser votado na próxima semana.

A Lei Kandir, de 1996, isentou do pagamento de ICMS produtos e serviços ligados à exportação e previu que os Estados seriam recompensados. Os valores repassados, porém, nunca foram regulamentados e são alvo de disputa entre Estados e União. No fim do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo de um ano para que o Congresso Nacional regulamentasse os pagamentos e o Legislativo corre agora para tentar aprovar um projeto até o início de dezembro.

A proposta do senador Fagundes estabelece o repasse anual de R$ 9 bilhões aos Estados exportadores, corrigidos anualmente pela inflação medida pelo IPCA. O valor estaria acima do que vem sendo repassado pela Lei Kandir e pelo fundo de apoio à exportação (FEX), previsto na lei.

Neste ano, os dois valores têm orçamento de R$ 3,8 bilhões, mas o pagamento do FEX é muitas vezes bloqueado pelo governo federal, que chegou a não repassar nenhum valor do fundo em anos anteriores. “Hoje temos total instabilidade, o governo paga se quiser e quando quiser”, afirmou Fagundes ao Estadão/Broadcast.

Como o projeto dificilmente será aprovado antes da votação do Orçamento de 2018, o senador apresentou uma emenda prevendo R$ 5 bilhões para o FEX no próximo ano, que seriam somados a R$ 1,9 bilhão previstos para a Lei Kandir. A emenda ainda não foi apreciada pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Com o Orçamento da União próximo ao teto dos gastos, o senador teve que incluir uma previsão de receita para o pagamento dos recursos, que deverá ser principalmente o aumento da alíquota do Imposto de Exportação sobre minérios. A previsão é arrecadar R$ 6,5 bilhões com a taxação, que deverá causar polêmica no setor, que tem tido bom desempenho nas vendas ao exterior neste ano.

Passivo. O relatório do senador Fagundes não prevê uma solução para o alegado passivo dos Estados em relação a esses repasses. Os Estados afirmam que o governo só pagou 17,8% do devido entre 1992 e 2016, e que haveria um passivo de R$ 548,78 bilhões relativos ao período.

O governo federal diz que o pagamento desses montantes não é obrigatório, já que não há regulamentação do FEX até o momento.

De acordo com o senador, isso não será discutido neste momento para não inviabilizar a votação do projeto. “Isso pode ser incluído em outros processos, mas temos que aprovar a regulamentação agora para evitar que o cálculo fique para o Tribunal de Contas da União (TCU), como prevê a decisão do STF.

O relatório prevê que os R$ 9 bilhões serão distribuídos 75% para os Estados e 25% para os municípios. O rateio será feito de forma a assegurar que nenhum ente receberá, nos próximos exercícios, menos do que o que recebeu em 2016.

Fonte: Estadão

 

Rússia aumenta restrições à carne importada do Brasil

 

A Rússia aumentou as restrições para a carne brasileira nos últimos dias de outubro. A autoridade sanitária do país proibiu temporariamente a importação de um frigorífico brasileiro e impôs controles sanitários mais rígidos a outros cinco.

 

Em 2016, a Rússia foi o quarto maior mercado para a carne brasileira, atrás apenas da China, Hong Kong e Arábia Saudita. O país importou cerca de US$ 1 bilhão do Brasil em 2016, cerca de 7,5% do total.

Por meio de nota, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento afirma que não foi notificado sobre a decisão da Rússia.

De acordo com o Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Veterinária na Rússia, os controles sanitários serão ampliados para cinco empresas brasileiras. O motivo é que foram encontradas substâncias fora dos padrões sanitários russos. Veja quais são os frigoríficos:

JBS

Aurora

Frigoestrela

Frigol

Frigon - Irmãos Gonçalves

A Rússia também suspendeu temporariamente as importações de carne do frigorífico Mata Boi e fará inspeções adicionais nos produtos já embarcados.

O frigorífico Frigon informou não ter sido comunicado oficialmente da decisão e "que continua exportando normalmente para a Rússia". Disse ainda cumprir "rigorosamente com todas as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura".

Em nota, a Frigoestrela afirmou que ainda não foi informada oficialmente sobre nenhuma restrição e que segue todos os procedimentos e controles de produção exigidos pela Rússia, incluindo análises realizadas por laboratórios credenciados.

O G1 entrou em contato ainda com os frigoríficos JBS e aguarda posicionamento. O G1 não conseguiu contato com os frigoríficos Frigol, Aurora e Mata Boi.

Carne Fraca

Desde a Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal em março deste ano, diversos países adotaram medidas restritivas à carne brasileira.

Após o escândalo, a União Europeia trouxe uma equipe de auditoria ao Brasil para inspecionar a carne brasileira. No relatório da missão, a UE apontou que encontrou mais de 100 focos de contaminação na carne brasileira, 77 deles devido à presença de salmonela em aves.

A UE ameaçou tomar medidas mais rígidas contra o Brasil se o país não tomasse medidas convincentes.

Em junho, os EUA suspenderam a importação de carne bovina in natura do Brasil por problemas de qualidade. Na ocasião, os produtores disseram que o gado sofreu uma reação à vacina de febre aftosa.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse neste sábado que as restrições impostas pela Rússia não estão relacionadas à Operação Carne Fraca. Ele disse também, em áudio divulgado pela assessoria de imprensa do Ministério, que os problemas identificados pelas autoridades russas não são graves.

"Não sabemos o que é, mas coisa grave com certeza não é", afirmou o ministro.

Retomada das exportações

As exportações brasileiras de carne foram afetadas nos meses seguintes à operação Carne Fraca, mas já foram retomadas e vêm contribuindo positivamente para o superávit da balança comercial brasileira.

Entre janeiro e outubro, o Brasil exportou US$ 12,6 bilhões em carne de todos os tipos, uma alta de cerca de 8% em relação ao registrado no mesmo período de 2016, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

Fonte: G1

 

Exportação de carne de frango do Brasil cresce 16,2% em outubro, diz ABPA

As exportações de carne de frango do Brasil, considerando-se todos os produtos, entre in natura e processados, atingiram 365,5 mil toneladas em outubro, alta de 16,2 por cento na comparação com igual mês do ano passado (314,6 mil toneladas), segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em receita, os embarques do maior exportador global de carne de frango aumentaram em 24,6 por cento, para 634,4 milhões de dólares, ante outubro de 2016 (509,1 milhões de dólares).

No acumulado do ano, as vendas internacionais de carne de frango chegaram a 3,674 milhões de toneladas, queda de 0,5 por cento ante o mesmo período de 2016, ano em que o Brasil fechou com volumes recordes. A receita de exportação, contudo, subiu 7,2 por cento, para 6,158 bilhões de dólares.

“Com este resultado, estamos próximo de zerar as perdas acumuladas ao longo deste ano repleto de adversidades, e sustentamos a perspectiva de um fechamento anual com resultado positivo em volumes e receita”, destacou o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, em nota.

Turra referia-se, principalmente, aos efeitos da Operação Carne Fraca, deflagrada em março pela Polícia Federal e que jogou o setor de proteínas em um grave crise de credibilidade, com muitos países suspendendo momentaneamente as compras de produtos nacionais.

CARNE SUÍNA

Em relação à carne suína in natura, a ABPA relatou vendas de 48,9 mil toneladas em outubro, queda de 8,1 por cento no ano. A receita atingiu 119,8 milhões de dólares, recuo de 10 por cento.

No ano, a alta acumulada da receita de exportações chegou a 14 por cento, totalizando 1,252 bilhão de dólares. Em volume, houve retração de 4,6 por cento, para 502,9 mil toneladas em 2017.

Fonte: Reuters

 

01-11-2017

 

Exportação do País deve crescer 18%, diz Cepal

Relatório divulgado ontem pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) indica que o comércio exterior dessas regiões voltará a crescer este ano, deixando para trás "meia década de queda dos preços de sua cesta de exportação e de um leve aumento do volume exportado", para alcançar crescimento de 10% no valor das vendas de bens para o exterior.

Segundo o estudo, no caso específico do Brasil, a previsão para este ano é de aumento de 18% nas exportações. Se o recorte abranger apenas produtos manufaturados, o aumento deve ficar em 20%. Já as importações brasileiras deverão crescer 8,3%. A estimativa da Cepal foi apresentada ontem em Santiago, durante a divulgação das novas estimativas contidas no relatório anual, intitulado Perspectivas do Comércio Internacional da América Latina e do Caribe 2017.

De acordo com o documento, as importações dos países da região como um todo se recuperarão, após quatro anos de queda. A projeção para este ano é de crescimento de 7% na região. A expectativa de crescimento da economia da região é estimada em 1,2%, em 2017, e em 2,2%, em 2018.

Segundo o diretor do escritório da Cepal no Brasil, Carlos Mussi, aumento das exportações do Brasil reflete um bom momento do comércio exterior brasileiro. "Já temos observado preços mais favoráveis e elevação da quantidade exportada, em especial para a América Latina", disse Mussi.

"O aumento das importações também nota certa recuperação da economia brasileira, dado que estamos comprando mais do mercado externo. Isso deve estar relacionado ao aumento do consumo brasileiro, que já se observa, e a alguma coisa em termos de modernização em alguns setores, devido à aquisição de máquinas e equipamentos", acrescentou.

"Embora se observe uma grande incerteza nos âmbitos macroeconômico, tecnológico e geopolítico em nível internacional, contribuíram para o aumento do comércio da América Latina e do Caribe o maior dinamismo da demanda agregada em alguns de seus principais parceiros comerciais, a recuperação do crescimento na própria região, o maior preço de vários de seus produtos básicos de exportação, e o desmantelamento das restrições alfandegárias e não alfandegárias em alguns de seus países", diz o estudo.

Este ano, a recuperação das exportações regionais será liderada pelas vendas à China (aumento estimado em 23%) e para os demais países da Ásia (17%). Já as vendas para os Estados Unidos têm previsão de aumentar 9%; e para países da própria região, 10%. As vendas para a União Europeia terão aumento de 6%, prevê o estudo.

Diante da "alta concentração de matérias-primas" na América Central e no Caribe, a Cepal aponta como "urgente desafio" para a região "descommoditizar a cesta de exportação". Para tanto, acrescenta a entidade, "torna-se indispensável desenvolver atributos diferenciadores, tais como qualidade, marca, rastreabilidade, inocuidade e certificações internacionais (de produção orgânica, comércio justo ou baixa pegada ambiental, entre outras), que permitam atingir preços mais altos nos mercados mundiais".

A Cepal inclui também, entre os desafios para a América Latina e Caribe, que sejam criadas condições para que os produtos hoje exportados "quase exclusivamente em forma bruta" sejam processados na própria região. Para tanto, conclui o estudo, "são indispensáveis políticas industriais mais ativas, implementadas no contexto de alianças público-privadas".

Fonte: JCRS

 

SN espera crescimento de 25% no resultado de 2017, diz presidente

SÃO PAULO - O presidente-executivo do grupo CSN, Benjamin Steinbruch, afirmou nesta terça-feira que a companhia espera atingir lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) próximo de 5 bilhões de reais este ano, um crescimento de cerca de 25 por cento sobre o resultado obtido em 2016.

“Nosso quarto trimestre vai ser melhor que o terceiro...Esperamos receita de 18 bilhões de reais em 2017, Ebitda próximo de 5 bilhões e relação de dívida sobre Ebitda próxima de 5 vezes”, disse Steinbruch em teleconferência com analistas após a empresa divulgar resultados trimestrais na véspera.

Segundo ele, a CSN mantém meta de atingir alavancagem de 3,5 vezes e está esperando melhora nos preços em 2018 para retomar processo de venda de ativos.

“Bastante deles (ativos) já tiveram propostas concretas, mas achamos que temos que esperar o momento certo (para uma venda)”, afirmou Steinbruch.

Fonte: Reuters

 

Exportações globais de café caem 14,8% em setembro; sobem 4,8% em 16/17, diz OIC

LONDRES - As exportações globais de café caíram 14,8 por cento em setembro na comparação anual, para 8,34 milhões de sacas de 60 kg, mostraram dados da Organização Internacional de Café (OIC) na terça-feira.

No entanto, para a temporada 2016/17 que começou em 1º de outubro do ano passado, as exportações totais de café subiram 4,8 por cento para 122,45 milhões de sacas.

As exportações de café arábica em setembro estavam em 5,48 milhões de sacas, 9,2 por cento abaixo de um ano atrás.

As exportações de arábica no acumulado do ano comercial subiram 7,9 por cento, a 77,52 milhões de sacas.

As exportações de café robusta caíram 23,9 por cento em setembro ante o ano anterior, para 2,86 milhões de sacas.

As exportações de robusta no acumulado do ano caíram 0,2 por cento a 44,93 milhões de sacas.

Fonte: Reuters

 

TRÊS ACORDOS PENDENTES ENTRE BRASIL E ALEMANHA

Tratados são importantes para reduzir encargos sobre pagamentos de serviços e royalties, facilitar o intercâmbio de trabalhadores e permitir que estudantes e turistas alemães e brasileiros trabalhem no outro país por um período de um ano

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a BDI (Bundesverband der Deutschen Industrie), e apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), organiza o 35º Encontro Empresarial entre Brasil e Alemanha (EEBA), de 12 a 14 de novembro. Esse é o mais antigo mecanismo de discussão bilateral do setor industrial.

No encontro, o setor privado vai traçar caminhos para ampliar o fluxo de comércio e os investimentos entre os dois países, melhorar o ambiente de negócios e construir parcerias estratégicas. Para 2018, além da conclusão do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, a CNI entende que é importante avançar em três pontos estratégicos:
1. Convenção para Evitar a Dupla Tributação

A celebração de um novo acordo para evitar dupla tributação da renda entre Brasil e Alemanha é prioridade pela indústria para aumentar a segurança jurídica e a competitividade das empresas nos negócios bilaterais. Um levantamento feito pela CNI mostra que 64% das 25 maiores multinacionais brasileiras são afetadas pela falta de acordos de bitributação.

Esses acordos estimulam e desoneram o investimento, aumentam as exportações e geram maior tendência à inovação das empresas, tornando-as mais produtivas. Os dois países já tiveram um acordo desde tipo até 2005, mas perdeu a validade a pedido do governo alemão.

2. Acordo de Previdência Social

Os acordos de previdência social permitem que o empregado expatriado, que vai trabalhar no exterior, fique vinculado apenas à Seguridade Social do seu próprio país e isento das contribuições no país de destino. Cálculos da CNI mostram uma economia de 66% por ano na folha de pagamento deste profissional após a entrada em vigor do tratado.

Com a Alemanha, a Confederação defende a ampliação do prazo de pagamento das contribuições sociais apenas do país de origem do trabalhador do prazo de dois anos para cinco anos, como ocorre na maioria destes modelos de tratados firmados pelo Brasil.
3. Programa de Férias-Trabalho

A CNI defende que o Congresso brasileiro aprove o Programa de Férias-Trabalho, negociado entre Brasil e Alemanha em 13 de fevereiro de 2015. Esse programa prevê a concessão de visto de um ano para jovens de 18 a 30 anos, com possibilidade de trabalho, a título acessório, para complementar os recursos financeiros da viagem. A ideia é permitir a participação em intercâmbios.

Fonte: Agência CNI de Notícias

 

BRASIL TEM ATENDIDO SOLICITAÇÕES QUE FACILITAM O ACORDO MERCOSUL E UE

O Brasil tem atendido demandas dos europeus que facilitam o Acordo entre o Mercosul e a União Europeia, disse nesta terça-feira (31), o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) a parlamentares que recebeu em reunião, representando os dois blocos econômicos. “Da nossa parte, temos todo o interesse de que o acordo ande e seja bom para os dois lados”, disse o ministro, que solicitou aos europeus o atendimento de reivindicações apresentadas pelo Brasil.

O ministro lembrou que, após a visita que fez ao parlamento da UE, em janeiro deste ano, muitas reivindicações foram contempladas pelo governo brasileiro. Por exemplo, a liberação para a entrada de carne de coelho da Espanha, peras da Bélgica, produtos lácteos e carne suína dos Países Baixos e pescados de Portugal.

Apesar de ainda haver impasses e pendências, os representantes europeus asseguraram que a maioria dos deputados tem interesse em fechar acordo com o Mercosul. Uma das discussões em curso está relacionada à aprovação de indicações geográficas em produtos similares produzidos na América do Sul e Europa e que se encontram em consulta pública.

Os deputados europeus pediram ao ministro Blairo Maggi informações sobre questões fitossanitárias e receberam a garantia de que os produtos brasileiros têm qualidade e que o sistema de fiscalização brasileiro é robusto. Maggi lembrou que na operação Carne Fraca houve falha de comunicação e, por isso, produtos brasileiros geraram questionamentos, mas acredita que isso esteja superado. “Houve comunicação errada”, explicou o ministro, acrescentando que “distorções trouxeram problemas. Mas, muito rapidamente, houve a compreensão de que havia exageros na divulgação”.

Maggi observou que após o episódio da Carne Fraca, países compradores passaram fiscalizar 100% dos containers de carnes exportados e que não foram encontradas inconformidades nos produtos.

Os parlamentares europeus impressionaram-se com números apresentados pelo ministro Blairo Maggi em relação à questão ambiental. De acordo com dados da Embrapa Monitoramento por Satélite, a partir do Cadastro Ambiental Rural (CAR), atualizados em 2017, e confrontados com outras fontes disponíveis, 66,3% do território nacional está coberto de vegetação nativa.

Fonte: Di NAPA

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