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NOTÍCIAS DO DIA - MAIO 2017

11-05-2017

 

Exportação de café verde do Brasil cai 14,5% em abril para 1,86 mi sacas

SÃO PAULO - As exportações de café verde pelo Brasil em abril somaram 1,86 milhão de sacas, queda de 14,5 por cento ante o mesmo período do ano passado, informou nesta quarta-feira o Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé).

Já a receita cambial com as exportações totais de café pelo Brasil somou 369 milhões de dólares, com o preço médio da saca em 173,63 dólares, ambos valores acima dos registrados em abril de 2016, com alta de 2,7 por cento e 18,7 por cento, respectivamente.

Fonte: Reuters

 

Soja lidera exportações do agronegócio brasileiro em abril

O complexo soja (grãos, farelo e óleo) teve participação de 52,5% nas exportações do agronegócio brasileiro em abril. O desempenho do setor ocorreu tanto em volume embarcado quanto em faturamento, de acordo com a balança comercial do agronegócio, divulgada nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

As exportações do complexo soja cresceram 12,6% em relação a abril de 2016, com US$ 4,55 bilhões. A maior parcela foi obtida pelas vendas de soja em grãos, que alcançaram quantidade recorde para o mês, de 10,43 milhões de toneladas (+3,4%), o que resultou em US$ 3,95 bilhões (+11,8%). Além disso, o preço médio do produto subiu 8,1% no período, passando de US$ 350 para US$ 378 por tonelada.

O farelo de soja foi o segundo principal produto negociado pelo setor, saindo de US$ 470,11 milhões (+4%) para 1,33 milhão de toneladas embarcadas (-7,2%) e preço médio no período de US$ 354 por tonelada (+12,0%). Já as vendas externas de óleo de soja totalizaram US$ 134,10 milhões (+124,5%), com alta no preço médio do produto (+8,2%) e na quantidade comercializada (+107,6%), com 181,34 mil toneladas.

Outro produto com destaque na balança comercial do agronegócio de abril foi o açúcar, que teve a quantidade e preço internacional aquecidos. As vendas de açúcar totalizaram US$ 723,87 milhões (+48,8%) e 1,62 milhão de toneladas negociadas (+6,2%).

Carnes

O volume das vendas externas de carnes (bovina, suína e de aves) teve um recuo de 22,1%. Entretanto, a elevação de 15,8% do preço médio dos produtos do setor, em abril, atenuou a queda na quantidade. As exportações de carnes totalizaram US$ 1,08 bilhão em abril, uma redução de 9,8% ante US$ 1,19 bilhão verificado no mesmo mês do ano anterior.

O principal item negociado no mês foi a carne de frango, com US$ 543,14 milhões (-11,2%). Com a comercialização de 317,71 mil toneladas no mês, houve variação negativa de 23% em relação a abril de 2016. O preço médio no mercado internacional passou de US$ 1.482 por tonelada para US$ 1.710 por tonelada (+15,3%). Já as vendas externas de carne bovina diminuíram 13,8% em valor, totalizando US$ 362,10 milhões. Em quantidade, houve queda de 18,3%, sendo embarcadas 88,80 mil toneladas. O preço médio subiu 5,5%, atingindo a cotação de US$ 4.078 por tonelada. As exportações de carne suína atingiram US$ 130,24 milhões (+19,5%), com queda de 17% no volume comercializado e elevação de 44% na cotação do produto no período.

Fonte: Portos e Navios

 

BALANÇA COMERCIAL DEVERÁ TER SUPERÁVIT SUPERIOR A US$ 50 BILHÕES, AFIRMA MARCOS PEREIRA

Ministro proferiu aula inaugural dos cursos de Relações Internacionais e Tecnologia em Comércio Exterior na UEPA

O ministro Marcos Pereira afirmou nesta quarta-feira, em Belém, que a balança comercial deve fechar o ano com superávit superior a USS 50 bilhões. O ministro proferiu aula inaugural dos cursos de Relações Internacionais e Tecnologia em Comércio Exterior na Universidade do Estado do Pará (UEPA), realizada no Palácio do Governo. Antes da cerimônia, o ministro foi recebido pelo governador Simão Jatene.

“No ano passado tivemos um superávit recorde para a série histórica de US$ 47,7 bilhões. Mas registramos queda de 3,5% nas exportações e 20,1% nas importações. Nos quatro primeiros meses deste ano a balança teve superávit de US$ 21,4 bilhões, com aumento de 21,8% nas exportações e 9,5% nas importações. Isso demonstra o empenho do governo do presidente Michel Temer em aumentar a participação do Brasil no mercado internacional”, disse.

A uma plateia formada por autoridades locais, embaixadores e cônsules, Marcos Pereira destacou as ações do MDIC no último ano. Ele apresentou o avanço das negociações do Acordo entre Mercosul e União Europeia e a conclusão dos Diálogos Exploratórios entre Mercosul e EFTA e entre Mercosul e Coreia do Sul, fechados em janeiro e março deste ano.

Marcos Pereira apontou ainda o protagonismo do Brasil na ampliação de Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI). “Nós estamos negociando com Índia, Jordânia e Marrocos. O ministério também tem avançado nas tratativas com países da África, Ásia e Oriente Médio”, explicou.

Sobre os acordos com o Mercosul, o ministro destacou a intensa agenda de reuniões que teve no último mês em Buenos Aires. Na capital Argentina foi realizada a primeira reunião de ministros de comércios do bloco, iniciativa sugerida por Marcos Pereira. Ele se reuniu com o titular da Produção da Argentina, com a ministra da Indústria, Energia e Mineração do Uruguai, Carolina Cosse, e com o ministro da Indústria e Comércio do Paraguai, Gustavo Leite.

Novos cursos da UEPA

A criação dos cursos de Relações Internacionais e Comércio Exterior, que terão início em agosto deste ano, é resultado de uma parceria entre a UEPA, Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA) e ONU, a partir do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente (Ilanud).

Na cerimônia realizada no Palácio do Governo do Pará, Maria do Carmo Cardoso, desembargadora do Tribunal Regional Federal do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, agradeceu a articulação de todos os envolvidos na criação dos novos cursos, em especial, o titular da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. “O ministro Marcos Pereira demonstrou interesse pessoal em participar desse evento nesta quarta-feira. Ele sabe da importância de estabelecermos um curso de Relações Internacionais na Amazônia. O MDIC está atento a pujança dessa região do país”, disse.

Fonte: Brasil Mais Produtivo

Após a aula inaugural, o ministro Marcos Pereira participou do lançamento do Brasil Mais Produtivo (BMP) no Pará. Lançado em 2016, o programa visa auxiliar as empresas manufatureiras do país a melhorar seus processos produtivos, com implementação de ações rápidas, eficientes e de baixo custo. Os empreendimentos que já receberam atendimento do BMP em outros estados do país tiveram aumento médio de produtividade de 52,4%.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

 

SOJA LIDERA EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO EM ABRIL

O complexo soja (grãos, farelo e óleo) teve participação de 52,5% nas exportações do agronegócio brasileiro em abril. O desempenho do setor ocorreu tanto em volume embarcado quanto em faturamento, de acordo com a balança comercial do agronegócio, divulgada nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

As exportações do complexo soja cresceram 12,6% em relação a abril de 2016, com US$ 4,55 bilhões. A maior parcela foi obtida pelas vendas de soja em grãos, que alcançaram quantidade recorde para o mês, de 10,43 milhões de toneladas (+3,4%), o que resultou em US$ 3,95 bilhões (+11,8%). Além disso, o preço médio do produto subiu 8,1% no período, passando de US$ 350 para US$ 378 por tonelada.

O farelo de soja foi o segundo principal produto negociado pelo setor, saindo de US$ 470,11 milhões (+4%) para 1,33 milhão de toneladas embarcadas (-7,2%) e preço médio no período de US$ 354 por tonelada (+12,0%). Já as vendas externas de óleo de soja totalizaram US$ 134,10 milhões (+124,5%), com alta no preço médio do produto (+8,2%) e na quantidade comercializada (+107,6%), com 181,34 mil toneladas.

Outro produto com destaque na balança comercial do agronegócio de abril foi o açúcar, que teve a quantidade e preço internacional aquecidos. As vendas de açúcar totalizaram US$ 723,87 milhões (+48,8%) e 1,62 milhão de toneladas negociadas (+6,2%).

Carnes

O volume das vendas externas de carnes (bovina, suína e de aves) teve um recuo de 22,1%. Entretanto, a elevação de 15,8% do preço médio dos produtos do setor, em abril, atenuou a queda na quantidade. As exportações de carnes totalizaram US$ 1,08 bilhão em abril, uma redução de 9,8% ante US$ 1,19 bilhão verificado no mesmo mês do ano anterior.

O principal item negociado no mês foi a carne de frango, com US$ 543,14 milhões (-11,2%). Com a comercialização de 317,71 mil toneladas no mês, houve variação negativa de 23% em relação a abril de 2016. O preço médio no mercado internacional passou de US$ 1.482 por tonelada para US$ 1.710 por tonelada (+15,3%). Já as vendas externas de carne bovina diminuíram 13,8% em valor, totalizando US$ 362,10 milhões. Em quantidade, houve queda de 18,3%, sendo embarcadas 88,80 mil toneladas. O preço médio subiu 5,5%, atingindo a cotação de US$ 4.078 por tonelada. As exportações de carne suína atingiram US$ 130,24 milhões (+19,5%), com queda de 17% no volume comercializado e elevação de 44% na cotação do produto no período.

Fonte: ExportNews

 

10-05-2017

 

EXPORTAÇÕES DE CARNE SUÍNA SUPERAM RESULTADO DE 2016

O Brasil exportou 198 mil toneladas de carne suína in natura no primeiro quadrimestre de 2017. O resultado é ligeiramente (1% superior) ao recorde histórico de 192,6 mil toneladas atingido no ano passado. O saldo confirma a total recuperação das exportações do produto, grande preocupação do setor após a divulgação dos resultados de operação da Polícia Federal, em meados de março.

O diretor executivo da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Nilo de Sá, explica que o volume exportado em abril, 44,5 mil toneladas, sofreu retração de 18,7% em relação a março. “O motivo da redução se deu principalmente por um menor número de dias úteis (23 em março contra 18 em abril). Entretanto, a média diária exportada em abril (2,47 mil ton/dia) foi superior a de março (2,38 mil ton/dia), deixando claro que a redução no volume exportado deve-se somente a questões operacionais”, esclarece de Sá.

Se por um lado houve redução de volume, os preços internacionais seguem em franca recuperação. No mês de abril a carne suína foi exportada a um preço médio de U$2.714,00/tonelada, aumento de 43,6% em relação a abril de 2016 e 7,6% comparado a março/17. “Essa valorização levou a um aumento do valor das exportações de 21% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior, indo de 99,96 para 120,9 milhões de dólares”, frisa o diretor executivo da ABCS.

A Rússia permanece como principal destino da carne suína brasileira, respondendo por 43% do volume exportado até o momento. Hong Kong (15,5%), China (10,1%), Argentina (6,6%) e Cingapura (5,4%) completam o rol dos principais clientes, que juntos são responsáveis por cerca de 80% da exportação nacional.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, pontua que esse “bom desempenho no 1º quadrimestre mantém positiva a expectativa para o resultado anual, com possibilidade inclusive de superar o recorde de 733 mil toneladas alcançado em 2016”. Lopes ressalta ainda que o desempenho das exportações tem sido fundamental para a sustentação dos preços no mercado interno, que ainda enfrenta dificuldades devido a recessão econômica.

Mercado Interno

O preço do suíno vivo nos principais mercados independentes, Minas e São Paulo, manteve-se praticamente estável entre abril e maio. Embora mostrem uma redução de mais de 20% comparado a fevereiro, os preços atuais são mais de 15% superiores ao mesmo período do ano passado. “O que se tem observado em 2017 é a manutenção dos preços em patamares superiores as médias históricas, que usualmente mostram constante redução de dezembro a maio”, explica o presidente Lopes.

O mercado de milho tem trazido certa tranquilidade ao setor, após ser o grande responsável pelos prejuízos sofridos em 2016. De acordo com a Conab, a safra de milho irá pela primeira vez superar as 90 milhões de toneladas. Com o real valorizado frente ao dólar, as exportações não devem acompanhar o mesmo ritmo de crescimento, sendo estimadas em 24 milhões de toneladas. A conjuntura aponta para o mercado interno bem abastecido, inclusive com estoque de passagem também atingindo um patamar recorde, de quase 20 bilhões de toneladas.

O presidente da ABCS explica que o panorama deste ano para a suinocultura se mantém favorável aos produtores devido a alta das exportações, preço do suíno vivo estável e custos com tendência de queda. “Para nos produtores é o momento de recuperar as perdas sofridas no passado e voltar a investir na constante busca por uma maior eficiência da cadeia”, destaca Marcelo Lopes.

Fonte: ABCS

 

Brasil aprova "drawback" para café, mas importação segue barrada

SÃO PAULO/BRASÍLIA - O Brasil aprovou quatro pedidos de "drawback" para importação de café verde e posterior exportação do produto solúvel, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços nesta terça-feira, mas as inéditas compras externas do grão pelo maior produtor global continuam sem autorizações, segundo associações da indústria brasileira.

A medida, que sempre enfrentou oposição de cafeicultores no país, seria ainda mais improvável agora, em um momento em que a colheita de café conilon (robusta) já começou no Brasil. Anteriormente, numa entressafra marcada por forte escassez, a aprovação ficou próxima de acontecer, mas enfrentou barreiras políticas.

Contudo, uma nota publicada nesta terça-feira pelo ministério reacendeu a discussão. O comunicado afirmou que o volume de "drawback" de café já aprovado é de cerca de 5.893 sacas de 60 kg, de um volume total de 500 mil sacas permitido, ou cerca de 5 por cento da produção nacional do café conilon (robusta).

Com o mecanismo, a importação não pagaria tarifas, desde que o produto industrializado fosse exportado. Mas a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) esclareceu que a aprovação do ato concessório de "drawback" não significa autorização.

Os processos para importação de café verde seguem aguardando liberação no Ministério da Agricultura, disse a Abics. Uma outra associação do setor, a Abic, da indústria de café torrado e moído, também informou à Reuters que as compras externas seguem barradas.

Isso porque a pasta da Agricultura, para atender questões políticas, passou a exigir uma "anuência prévia" das importações, disse uma fonte do governo federal à Reuters anteriormente.

Com essa barreira burocrática, na prática o governo segura as inéditas importações sem que seja necessário revogar as decisões favoráveis a compras externas tomadas previamente.

O próprio ministério da Indústria afirmou também que, embora aprovações de "drawback" de café já estejam acontecendo, ainda não houve importação efetiva, ou produto desembarcado no país.

Procurado, o Ministério da Agricultura relatou que, do ponto de vista fitossanitário, as importações de café do Vietnã (maior produtor de café robusta) poderiam ocorrer, ainda que não tenham acontecido até o momento, segundo a nota do ministério.

Fonte: Reuters

 

Governo planeja publicar novo decreto dos portos na quarta-feira (10)

O setor portuário pode receber investimentos de até R$ 25 bilhões da iniciativa privada nos próximos anos. Este é um dos reflexos previstos com a modernização do marco regulatório dos portos, que deve acontecer amanhã, com a publicação de um decreto do presidente da República, Michel Temer. O texto garantirá maior previsibilidade, um menor risco e melhor ambiente para negócios nos complexos marítimos brasileiros. 

Esse processo de modernização teve início no último ano, quando o Governo Federal decidiu reavaliar ritos e mecanismos do setor para desburocratizar a legislação, especialmente a Lei nº 12.815, a nova Lei dos Portos, de 2013. A partir daí, criou um grupo de trabalho para analisar essa questão.

Ao mesmo tempo, executivos do segmento passaram a sugerir alterações nos marcos infralegais, entre eles, o Decreto nº 8.033, que regula a exploração de áreas portuárias. As propostas foram apresentadas ao ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC), Maurício Quintella, e ao diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, em Brasília. 

A Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), a Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec), a Associação Brasileira de Terminais de Líquidos (ABTL), a Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra) e a Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) estão entre as entidades que sugeriram as mudanças.

Essas entidades avaliaram os principais gargalos enfrentados no setor e indicaram melhorias, que foram estudadas pelo grupo de trabalho criado pela União. Nessa equipe, estão representantes do MTPAC, da Casa Civil, do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), da Antaq e de outros órgãos do Governo. 

Entre as propostas expostas, estão a ampliação dos prazos dos contratos de arrendamento, a liberdade para a realização de prorrogações contratuais, a simplificação de processos de autorizações e a ampliações de terminais de uso privado (TUP). Para o Governo, isso amplia a possibilidade da realização de investimento. 

Segundo o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, as questões abordadas pela proposta atacam os “desestímulos” existentes, principalmente no âmbito jurídico, que atinge todo o setor. “Essa foi uma grande oportunidade de pensar o transporte no Brasil de forma estratégica. Provamos que sabemos trabalhar de forma unida, discutindo os pleitos do setor com isso. Em um curto espaço de tempo, teremos uma legislação mais moderna, dinâmica, alinhada com o que acontece no mundo inteiro”, destacou o ministro. 

Segundo a assessoria do MTPAC, o decreto com as alterações legais e em normas deve ser publicado amanhã, no Diário Oficial da União. 

Segunda etapa

O processo de modernização do setor portuário já prevê uma segunda fase. Nela, vai se estudar como aumentar a autonomia das companhias docas (as administradoras portuárias públicas) de todo o País. Um relatório com medidas para garantir esse objetivo deve ser apresentado em julho ao ministro Maurício Quintella. O prazo pode ser estendido por mais 90 dias. 

A discussão inclui iniciativas para diminuir a burocracia nos processos e para que as autoridades de portos delegados tenham maior autonomia para fazer compras e decidir investimentos. Essas alterações legais podem permitir que as companhias docas voltem a ser responsáveis pelas licitações de terminais e áreas de seus complexos portuários. Hoje, essas tarefas cabem à Antaq. 

Uma maior autonomia das administrações portuárias já era defendida pelo setor mesmo antes da promulgação da atual Lei dos Portos. Mas após esse marco regulatório ter entrado em vigor, a necessidade de agilizar a gestão dos complexos marítimos ganhou maior força, chegando a Brasília.

O grupo de trabalho criado pelo MTPAC para analisar essa questão conta com representantes do Ministério – especificamente do Gabinete do Ministro, da Secretaria de Política e Integração, da Secretaria de Fomento e Parcerias e da Secretaria Nacional de Portos – e da Antaq. 

Arrendamentos terão maior prazo

O aumento do prazo de concessão de áreas portuárias, a possibilidade de expansão das instalações e ainda a licitação de todos os terminais com contratos de arrendamentos pré-1993 estão entre as medidas que devem ser viabilizadas com o Decreto dos Portos, que deve ser publicado amanhã. O material também deverá garantir facilidades para atrair investimentos privados. 

Até agora, os contratos de arrendamento eram firmados por 25 anos, podendo ser renovados pelo mesmo período. Mas este tempo de exploração será ampliado para 35 anos (também renováveis por igual prazo). 

Para especialistas, isso garante maior previsibilidade de retorno de investimentos. A partir do decreto, as empresas terão o limite de 70 anos para explorar as glebas. Mas, a renovação continua dependendo do aval do poder concedente, no caso, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTAPC).

Essa possibilidade é elogiada por representantes das empresas. Em recente entrevista a A Tribuna, o presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, destacou que a nova prorrogação dará segurança jurídica ao setor. “É uma mudança que dá previsibilidade ao empresário, o que é importante num momento em que o País está complicado sob todos os aspectos”.

Em relação aos contratos pré-1993, quando foi promulgado o primeiro marco regulatório do setor, a Lei nº 8.630, eles deverão passar por nova licitação. Já os firmados após essa legislação poderão ter sua prorrogação antecipada, caso o Governo autorize o pedido. 

A partir do decreto, só será permitida a expansão da área portuária arrendada se o terminal atender a critérios técnicos e de eficiência estabelecidos pela União. O poder concedente também promete maior agilidade na autorização de investimentos urgentes. Antes, era necessária uma análise da Antaq antes do aval da pasta. 

E o prazo para a aprovação da instalação de terminais de uso privado (TUPs) cairá de um ano para apenas três meses. Secretaria Nacional de Portos – e da Antaq. 

Fonte: A Tribuna

 

BRASIL VAI EXPORTAR FRANGO ORGÂNICO AOS EMIRADOS ÁRABES

Empresa Korin planeja fazer em julho o primeiro embarque do gênero ao mundo árabe. Exportação do produto começou no ano passado, com destino a Hong Kong.

Uma carga brasileira de frangos orgânicos deverá desembarcar nos Emirados Árabes Unidos nos próximos meses. Primeira empresa a fazer exportações do produto no País, a Korin está em fase final do projeto para abastecer os países árabes – a expectativa do diretor superintendente Reginaldo Morikawa é fazer o primeiro embarque em julho.

Segue, assim, o plano de internacionalização do frango orgânico Korin. No ano passado, 8 toneladas foram exportadas para Hong Kong, completando um projeto iniciado em 2014. “Uma exportação de produtos orgânicos proveniente de proteína animal requer um grande planejamento, tanto do comprador quanto da empresa”, explica Morikawa.

Para entender a complexidade, é preciso saber um pouco mais sobre a Korin, empresa inaugurada em 1994 para produzir carne de frango livre de antibióticos – até hoje o carro-chefe da companhia, sediada em Ipeúna, no interior de São Paulo. Lá, as aves vivem em um sistema com acesso a áreas de pastejo, onde podem expressar seus comportamentos naturais. Também possuem mais espaço nos alojamentos, uma vez que são acomodadas menos aves por metro quadrado, além de não serem submetidas à luz artificial noturna e passarem por um abate humanitário.

Os frangos orgânicos foram lançados pela empresa em 2009. A diferença dos frangos livres de antibióticos para os orgânicos é, basicamente, a ração. O milho e a soja que alimentam as aves que geram a carne orgânica são também orgânicos e certificados. Nos demais casos a base de milho e soja é complementada por prebióticos, probióticos e óleos essenciais de plantas.

Por isso, também, a oferta de carne orgânica ao mercado externo é limitada: “A produção de grãos orgânicos certificados acaba ditando a velocidade do crescimento das exportações”, explica Morikawa. “Temos um compromisso de exportar apenas 10% do total produzido pela Korin, para evitar rupturas no mercado doméstico. ”

O projeto de exportação para os Emirados engloba tanto frangos orgânicos como a proteína livre de antibióticos. “Temos um acordo de preferência com uma empresa que atenderá todo o mercado árabe”, disse o diretor. Segundo ele, a ideia é distribuir o produto para Kuwait, Bahrein, Líbano e Arábia Saudita – mas existe também interesse de outros países da região. “Estamos desenvolvendo embalagens. A estimativa atual é embarcar em julho. ”

Morikawa projeta exportar neste ano de 50 a 80 toneladas de frango orgânico. Além de Hong Kong e dos países árabes, a empresa recebeu consultas de países como Reino Unido, Holanda, Portugal, Peru, Chile, Colômbia, Japão, Coreia do Sul e Cingapura.

Fonte: ANBA

 

EXPORTAÇÕES DE CALÇADOS TÊM QUEDA EM ABRIL

O mês de abril, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), aponta para uma queda nos embarques de calçados na ordem de 1,1% em volume e incremento de 14,8% em valores gerados no comparativo com igual mês do ano passado. O mês quatro fecha com a exportação de 8,33 milhões de pares por US$ 79,26 milhões. No comparativo com março, a queda é expressiva, de 22,8% em pares e 17,5% em dólares. No acumulado dos quatro meses do ano, as exportações chegaram a 39,67 milhões de pares e US$ 338,27 milhões, queda de 1,5% em volume e aumento de 14,4% em dólares em relação ao mesmo período de 2016.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destaca que o movimento de queda é resultado de vendas com um real valorizado sobre o dólar, o que encarece o preço do produto nacional. “Quando essas exportações que estão chegando às estatísticas hoje foram negociadas o dólar estava na faixa de R$ 3,15, um valor que torna a nossa competitividade muito difícil além-fronteiras”, comenta.

Segundo o executivo, para compensar o alto custo de produção no Brasil, o dólar ideal deveria gravitar entre R$ 3,50 a R$ 3,60. O executivo avalia, ainda, que dificilmente os exportadores terão algum incremento nos embarques ao longo do ano.

Destinos

O principal destino do calçado brasileiro nos quatro meses foram os Estados Unidos, para onde foram embarcados 4 milhões de pares que geraram US$ 64,26 milhões, quedas de 13% em volume e de 2,1% em receita no comparativo com igual ínterim do ano passado.

A Argentina, segundo destino do produto nacional, importou 3 milhões de pares que geraram US$ 48,68 milhões, incrementos de 49% em volume e 89% em dólares no comparativo com mesmo período de 2016.

O terceiro destino foi a Bolívia, para onde foram embarcados 3 milhões de pares por US$ 19 milhões, incrementos de 14% em volume e de 30,8% em receita no comparativo com o ano passado.

Origens

No quadrimestre, o maior exportador brasileiro de calçados foi o Rio Grande do Sul, que embarcou 9 milhões de pares que geraram US$ 147,68 milhões, incrementos de 5% em volume e 16% em receita no comparativo com mesmo período de 2016. O Estado respondeu por 44% do total gerado com exportações no quadrimestre.

O segundo exportador foi o Ceará, de onde partiram 14,78 milhões de pares por US$ 84 milhões, queda de 3,2% em volume e incremento de 6,7% em receita no comparativo com o ano passado.

São Paulo apareceu na terceira colocação do ranking. No quadrimestre, os paulistas exportaram 2,7 milhões de pares que geraram US$ 40,7 milhões, queda de 20,3% e incremento de 12,6%, respectivamente.

Importações em alta

Ao mesmo tempo em que as exportações caíram, as importações seguiram o ritmo de alta. Favorecida pelo real valorizado, a entrada de calçados estrangeiros no Brasil aumentou 18% em pares e 19,7% em dólares no comparativo entre abril de 2016 e de 2017. No mês passado, foram importados 1,6 milhão de pares por US$ 23 milhões. Com o resultado, no quadrimestre as importações chegaram a 9,5 milhões e US$ 123 milhões, queda de 0,3% em volume e aumento de 2,4% em dólares na relação com o mesmo período de 2016.

Asiáticos dominam

As principais origens seguem sendo os países asiáticos, que respondem por mais de 85% das importações de calçados. No quadrimestre, partiram do Vietnã 3,55 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 67 milhões, queda de 2,2% em volume e aumento de 4% em dólares no comparativo com igual período do ano passado.

A segunda origem do quadrimestre foi a Indonésia, que exportou para o Brasil 1,42 milhão de pares por US$ 24,5 milhões, quedas de 1% e 3,2%, respectivamente.

O terceiro maior exportador de calçados para o País foi a China, de onde partiram 3,52 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 13,28 milhões, quedas de 4% e 14%, respectivamente.

Em partes – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – entraram no Brasil o equivalente a US$ 14,73 milhões, 19,7% menos do que primeiro quadrimestre do ano passado.

Fonte: Abicalçados

 

09-05-2017

 

Exportações crescem 7% na primeira semana de maio

Na primeira semana de maio, com quatro dias úteis, a balança comercial teve superávit de US$ 997 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,582 bilhões e importações de US$ 2,586 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 71,722 bilhões e as importações, US$ 49,355 bilhões, com saldo positivo de US$ 22,367 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana de maio (US$ 895,6 milhões) com a de maio do ano passado (US$ 836,6 milhões), houve crescimento de 7%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+17,1% por conta, principalmente, de minério de ferro, soja em grãos, minério de cobre, milho em grãos, carne de frango e suína) e semimanufaturados (+11,9% causado por celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, couros e peles, madeira serrada ou fendida). Já as vendas de produtos manufaturados tiveram queda, no período (-6,8% em função de aviões, tubos flexíveis de ferro e aço, torneiras e válvulas, etanol, suco de laranja não congelado, gasolina). Em relação a abril deste ano, pela média, houve retração de 8,9%, em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-13,7%) e básicos (-7,5%), enquanto que cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (+3,6%).

Nas importações, a média diária da primeira semana de maio (US$ 646,4 milhões), ficou 21,9% acima da média de maio do ano passado (US$ 530,3 milhões). Cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (+473,7%), cereais e produtos da indústria da moagem (+114,8%), combustíveis e lubrificantes (+66,1%), siderúrgicos (+63,5%) e equipamentos eletroeletrônicos (+38,2%). Ante abril/2017, houve crescimento nas importações de 8,6%, pelos aumentos em bebidas e álcool (+171,4%), siderúrgicos (+52,8%), cereais e produtos da indústria da moagem (+44,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+25,3%) e equipamentos mecânicos (+8%).

Fonte: Mdic

 

Expansão do comércio da China desacelera em abril com enfraquecimento da demanda

PEQUIM - O crescimento das importações da China desacelerou com mais força do que o esperado em abril diante do enfraquecimento das entradas de commodities como minério de ferro e cobre, enquanto o aumento das exportações caiu pela metade em linha com o enfraquecimento geral na demanda por gadgets eletrônicos.

As importações da China em abril aumentaram 11,9 por cento, contra 20,3 por cento em março, mostraram dados oficiais divulgados nesta segunda-feira, contra expectativas de analistas de aumento de 18 por cento.

Já as exportações subiram 8 por cento sobre o ano anterior, desacelerando ante o aumento de 16,4 por cento no mês anterior e contra expectativa de 10,4 por cento.

Embora os dados mostrem que o comércio permaneceu robusto no início do segundo trimestre, analistas dizem que o forte crescimento econômico da China visto nos três primeiros meses do ano pode ter representado o melhor desempenho, conforme as autoridades buscam controlar o investimento especulativo, especialmente no setor imobiliário.

"Olhando à frente, projetamos que o crescimento das exportações vai se manter bem dado o cenário relativamente bom para a economia global este ano", disse em nota o economista do Capital Economics Julian Evans-Pritchard.

"O crescimento na entrada de embarques continuará a enfrentar obstáculos, entretanto. Em particular, o aperto da política monetária pesará ainda mais sobre a demanda doméstica nos próximos trimestre."

Os dados de abril deixaram o país com um superávit comercial de 38,05 bilhões de dólares, contra expectativa de 35,5 bilhões e acima dos 23,93 bilhões de dólares em março.

Fonte: Reuters

 

Importações de soja pela China registram recorde para o mês de abril

PEQUIM - As importações de soja pela China, maior comprador do produto do mundo, subiram em abril 13,4 por cento ante o mesmo período do ano passado, apoiadas pela forte demanda da indústria de farelo de soja, de acordo com dados publicados nesta segunda-feira pela Administração Geral da Alfândega.

A China importou 8,02 milhões de toneladas de soja no mês passado. Este foi o quarto mês em que as importações estabeleceram um recorde para seus respectivos meses.

As importações subiram 26,7 por cento ante as 6,33 milhões de toneladas de março, de acordo com a alfândega, apesar das preocupações de que as tensões comerciais entre China e EUA possam se espalhar para o comércio de soja.

"As importações de soja continuam a aumentar ano a ano, uma vez que a produção de carnes continua a se expandir na China, impulsionada pela demanda crescente por proteína", disse Liang Yong, analista da Galaxy Futures.

As importações de soja pela China atingiram um recorde de 9,5 milhões de toneladas em julho de 2015.

A China geralmente compra grandes volumes de soja de maio a agosto.

Espera-se que as importações aumentem ainda mais nos próximos meses, para mais de 8 milhões de toneladas por mês, de acordo com várias previsões de analistas.

A China comprou 27,54 milhões de toneladas de soja durante os primeiros quatro meses de 2017, um aumento de 18 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados aduaneiros.

As importações de óleos vegetais em abril foram de 560 mil toneladas, alta de 24,4 por cento em relação ao mês anterior. As compras subiram para 1,97 milhão de toneladas nos primeiros quatro meses do ano, um aumento de 6,4 por cento ante o mesmo período do ano passado.

Fonte: Reuters

 

Superávit da balança será de US$ 50 bi a US$ 60 bi em 2017, diz ministro

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira, disse nesta segunda-feira (8) que, segundo os técnicos da pasta, a balança comercial fechará este ano com superávit de US$ 50 bilhões a US$ 60 bilhões. De acordo com o ministro, a diferença entre este ano e o de 2016 é que no ano passado a balança fechou com superávit de US$ 47,7 bilhões, mas à custa mais da queda das importações do que pelo aumento das exportações.

Neste ano, segundo Pereira, a situação é outra porque será registrado aumento das vendas do Brasil para o Exterior. 

— É um indicativo de que a economia está sendo retomada — disse o ministro.

Ele faz palestra para representantes do setor da construção civil na sede do Secov-SP.

Fonte: Click RBS

 

Importações de soja pela China registram recorde para o mês de abril

As importações de soja pela China, maior comprador do produto do mundo, subiram em abril 13,4% ante o mesmo período do ano passado, apoiadas pela forte demanda da indústria de farelo de soja, de acordo com dados publicados nesta segunda-feira pela Administração Geral da Alfândega.

A China importou 8,02 milhões de toneladas de soja no mês passado. Este foi o quarto mês em que as importações estabeleceram um recorde para seus respectivos meses.

As importações subiram 26,7% ante as 6,33 milhões de toneladas de março, de acordo com a alfândega, apesar das preocupações de que as tensões comerciais entre China e EUA possam se espalhar para o comércio de soja.

"As importações de soja continuam a aumentar ano a ano, uma vez que a produção de carnes continua a se expandir na China, impulsionada pela demanda crescente por proteína", disse Liang Yong, analista da Galaxy Futures.

As importações de soja pela China atingiram um recorde de 9,5 milhões de toneladas em julho de 2015.

A China geralmente compra grandes volumes de soja de maio a agosto.

Espera-se que as importações aumentem ainda mais nos próximos meses, para mais de 8 milhões de toneladas por mês, de acordo com várias previsões de analistas.

A China comprou 27,54 milhões de toneladas de soja durante os primeiros quatro meses de 2017, um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados aduaneiros.

As importações de óleos vegetais em abril foram de 560 mil toneladas, alta de 24,4% em relação ao mês anterior. As compras subiram para 1,97 milhão de toneladas nos primeiros quatro meses do ano, um aumento de 6,4% ante o mesmo período do ano passado.

Fonte: G1

 

ARGENTINA E ITÁLIA QUEREM ACELERAR CONVERSAS ENTRE UNIÃO EUROPEIA E MERCOSUL

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, e o da Itália, Sergio Mattarella, que realiza uma visita a Buenos Aires, advogaram nesta segunda-feira (8) por um pronto encerramento das conversas para alcançar um acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul. as informações são da Agência EFE.

Durante a recepção a Mattarella na Casa Rosada, sede da Presidência argentina, Macri destacou que tanto a Argentina como o bloco que forma com Brasil, Paraguai e Uruguai (com a Venezuela suspensa) têm a determinação de acelerar “as conversas com a UE”.

“Acreditamos que a integração entre ambos os blocos seria uma oportunidade maravilhosa de criação de empregos, de oportunidades para reduzir a pobreza e gerar progresso compartilhado para todos”, disse o governante sul-americano.
Saiba Mais

Mattarella por sua vez destacou que a negociação Mercolul-UE é “muito importante” porque envolve um mercado de 700 milhões de pessoas. Segundo ele, a obtenção de um acordo “é um objetivo muito importante para nossos países, para as comunidades das quais fazemos parte e também para o equilíbrio da comunidade internacional”, apontou.

“Seguramente (esse acrodo) vai ser alcançado e a Itália oferece todo seu esforço neste sentido. Será outro sinal da importância da abertura comercial que é do interesse de todos os países na comunidade internacional”, considerou o líder italiano.

Diminuição das barreiras

O acordo UE-Mercosul, que está em negociação desde 1999, mas nos últimos anos ganhou impulso novamente, suporia uma diminuição das barreiras tarifárias e não tarifárias e um melhor acesso a mercados diversos.

Mattarella chegou ontem (7) à Argentina para realizar a primeira visita oficial de um presidente italiano ao país sul-americano em 16 anos. Durante o encontro na Casa Rosada, os governos de ambos países assinaram acordos de colaboração em distintas matérias, como educação, segurança, ciência e meio ambiente.

Fonte: Ag, Brasuk

 

08-05-2017

 

Brasil começa a recuperar vendas para o Mercosul

Prioridade da política externa brasileira, o comércio do Brasil com o Mercosul começa a recuperar-se, segundo mostram os dados da balança comercial. De janeiro a abril deste ano, as vendas cresceram 20,5% sobre igual período do ano passado, segundo dados divulgados na última terça-feira pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Essa recuperação, porém, poderia ser mais vigorosa. As relações comerciais no bloco ainda padecem de problemas burocráticos que atrapalham o dia a dia das empresas, segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no estudo Agenda Econômica e Comercial do Mercosul – Documento de Posição da Indústria, ao qual o Estado teve acesso. O texto também traz 25 propostas para superar esses problemas.

“O Mercosul é bom na concepção, porque os países precisavam se unir para ter mais força nas mesas de negociação”, disse o diretor de Desenvolvimento Industrial da entidade, Carlos Eduardo Abijaodi. “Mas há muitas falhas.”

Por exemplo: apesar dos discursos pregando a necessidade de buscar novos acordos comerciais, a burocracia do Mercosul deixa na gaveta entendimentos já fechados. Assinado há sete anos, o acordo com o Egito não foi colocado em prática até hoje. Isso porque o Brasil só obteve sua aprovação no Congresso Nacional em 2015. E ainda falta um decreto presidencial para regulamentar. O acordo tampouco foi aprovado pelo legislativo argentino.

Há problemas ainda mais antigos. O açúcar brasileiro ficou de fora da regra geral de ser exportado para os países do Mercosul sem tarifas. O mesmo vale para carros, que são submetidos a um regime de cotas.

E há entraves mais recentes. Em 2016, os membros do Mercosul aprovaram uma nova versão da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), uma tabela que lista códigos para todos os produtos. Mas só o Brasil adotou a nova tabela. Resultado: as exportações por vezes ficam paradas por inconsistência de uso dos códigos. Cerca de 50% das normas aprovadas pelo Mercosul não estão internalizadas em todos os países.

Outro problema enfrentado pelas empresas é a demora na tomada de decisões. Segundo o estudo, há 19 pedidos do setor produtivo brasileiro para redução temporária de tarifa de importação, para contornar situações de desabastecimento. Ou seja, em tese são medidas a serem adotadas com urgência. Mas algumas solicitações já completaram um ano de espera.

“Precisava ter uma governança melhor. Da forma como está, cai a confiabilidade e a segurança jurídica”, comentou Abijaodi. Nos últimos anos, acrescentou, esse problema foi agravado pelo fato de o Mercosul haver priorizado os temas políticos.

Essas dificuldades agravaram o quadro de encolhimento do comércio na região nos últimos anos, um processo provocado principalmente pela retração econômica.

As exportações dos sócios para dentro do próprio Mercosul caíram de US$ 54 bilhões em 2011 para US$ 36 bilhões em 2016, uma queda de 33%. No mesmo período, as vendas para fora do bloco tiveram queda de 26%, o que mostra uma perda de importância das relações comerciais intrabloco.

Propostas. Uma das principais propostas da CNI, dentre as 25 para destravar o comércio, é o reconhecimento mútuo de normas técnicas, sanitárias e fitossanitárias. Elas ditam se um produto pode ou não ser comercializado em outro país.

Outra proposta é flexibilização do processo negociador. A ideia é o bloco decidir conjuntamente se quer ou não um acordo com determinado país. A partir daí, cada sócio teria liberdade para negociar seus cronogramas de abertura de mercado.

Prioridade da política externa brasileira, o comércio do Brasil com o Mercosul começa a recuperar-se, segundo mostram os dados da balança comercial. De janeiro a abril deste ano, as vendas cresceram 20,5% sobre igual período do ano passado, segundo dados divulgados na última terça-feira pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Essa recuperação, porém, poderia ser mais vigorosa. As relações comerciais no bloco ainda padecem de problemas burocráticos que atrapalham o dia a dia das empresas, segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no estudo Agenda Econômica e Comercial do Mercosul – Documento de Posição da Indústria, ao qual o Estado teve acesso. O texto também traz 25 propostas para superar esses problemas.

“O Mercosul é bom na concepção, porque os países precisavam se unir para ter mais força nas mesas de negociação”, disse o diretor de Desenvolvimento Industrial da entidade, Carlos Eduardo Abijaodi. “Mas há muitas falhas.”

Por exemplo: apesar dos discursos pregando a necessidade de buscar novos acordos comerciais, a burocracia do Mercosul deixa na gaveta entendimentos já fechados. Assinado há sete anos, o acordo com o Egito não foi colocado em prática até hoje. Isso porque o Brasil só obteve sua aprovação no Congresso Nacional em 2015. E ainda falta um decreto presidencial para regulamentar. O acordo tampouco foi aprovado pelo legislativo argentino.

Há problemas ainda mais antigos. O açúcar brasileiro ficou de fora da regra geral de ser exportado para os países do Mercosul sem tarifas. O mesmo vale para carros, que são submetidos a um regime de cotas.

E há entraves mais recentes. Em 2016, os membros do Mercosul aprovaram uma nova versão da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), uma tabela que lista códigos para todos os produtos. Mas só o Brasil adotou a nova tabela. Resultado: as exportações por vezes ficam paradas por inconsistência de uso dos códigos. Cerca de 50% das normas aprovadas pelo Mercosul não estão internalizadas em todos os países.

Outro problema enfrentado pelas empresas é a demora na tomada de decisões. Segundo o estudo, há 19 pedidos do setor produtivo brasileiro para redução temporária de tarifa de importação, para contornar situações de desabastecimento. Ou seja, em tese são medidas a serem adotadas com urgência. Mas algumas solicitações já completaram um ano de espera.

“Precisava ter uma governança melhor. Da forma como está, cai a confiabilidade e a segurança jurídica”, comentou Abijaodi. Nos últimos anos, acrescentou, esse problema foi agravado pelo fato de o Mercosul haver priorizado os temas políticos.

Essas dificuldades agravaram o quadro de encolhimento do comércio na região nos últimos anos, um processo provocado principalmente pela retração econômica.

As exportações dos sócios para dentro do próprio Mercosul caíram de US$ 54 bilhões em 2011 para US$ 36 bilhões em 2016, uma queda de 33%. No mesmo período, as vendas para fora do bloco tiveram queda de 26%, o que mostra uma perda de importância das relações comerciais intrabloco.

Propostas. Uma das principais propostas da CNI, dentre as 25 para destravar o comércio, é o reconhecimento mútuo de normas técnicas, sanitárias e fitossanitárias. Elas ditam se um produto pode ou não ser comercializado em outro país.

Outra proposta é flexibilização do processo negociador. A ideia é o bloco decidir conjuntamente se quer ou não um acordo com determinado país. A partir daí, cada sócio teria liberdade para negociar seus cronogramas de abertura de mercado.

Fonte: Estadão

 

EXPORTAÇÕES TOTAIS DE CARNE DE FRANGO CAEM 23% EM ABRIL

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações totais de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) em abril registraram retração de 23% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 323,1 mil toneladas. Em receita, a queda chegou a 11%, com total de US$ 551 milhões.

De acordo com o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, o saldo negativo do mês teve dois agravantes. “Em primeiro lugar, é preciso considerar que o período comparativo em questão, que é abril de 2016, registrou o segundo melhor desempenho mensal da história das exportações de carne de frango, com os embarques de 421 mil toneladas. O número reduzido de dias úteis também afetou o saldo final do mês. Houve, ainda, os impactos nas vendas internacionais causados pelos equívocos na divulgação da Operação Carne Fraca, com a demora na retomada das vendas para os mercados que anunciaram embargos”, analisa Turra.

O desempenho de abril reverteu o saldo positivo acumulado pelo setor em toneladas até março. No total, foram exportadas 1,403 milhão de toneladas de carne de frango no primeiro quadrimestre, dado 4% inferior ao obtido no mesmo período do ano passado.

Já em receita, o saldo acumulado segue positivo, com total de US$ 2,383 bilhões, 13% acima do alcançado entre janeiro e abril de 2016.

Carne suína in natura – As exportações de carne suína in natura em abril totalizaram 44,5 mil toneladas, volume 16% inferior ao alcançado no mesmo período do ano passado. Em receita, entretanto, houve crescimento de 21% em relação ao quarto mês de 2016, chegando a US$ 120,9 milhões.

“Os mesmos fatores que afetaram os embarques de carne de frango também foram responsáveis pela redução do desempenho das vendas de carne suína in natura. Nossa expectativa, entretanto, é que ocorra uma melhora nos números dos próximos meses”, destaca Turra.

Apesar dos números negativos em abril, os volumes de embarques de carne suína seguem positivos no acumulado do ano. Ao todo, foram exportadas 198 mil toneladas neste primeiro quadrimestre, número 3% acima do obtido no ano passado. Em receita, o saldo total chegou a US$ 486,4 milhões, que supera em 40% o resultado obtido nos quatro primeiros meses de 2016.

Fonte: Reuters

 

UNIÃO EUROPEIA ADOTA NOVAS REGRAS ANTIDUMPING

Os países da União Europeia concordaram nesta quarta-feira em adotar novas regras antidumping com uma nova metodologia para calcular o dumping, o que os analistas dizem ser outra forma de ampliar a abordagem do país substituto, em que os membros da OMC utilizam os custos de produção num país terceiro para calcular o valor dos produtos.

De acordo com a nova metodologia, quando a “distorção significativa” for reconhecida num país exportador, a UE poderia utilizar os custos de produção e de venda num país com níveis de desenvolvimento econômico semelhantes ou custos e preços “internacionais” nos processos antidumping.

Os exemplos identificados como “distorções significativas do mercado” incluem a influência do Estado, a presença generalizada de empresas estatais, a discriminação em favor das empresas nacionais, a falta de independência do setor financeiro, a aplicação inadequada da falência, as leis empresariais ou de propriedade, etc.

A UE disse que a nova metodologia para o cálculo do dumping se baseia em regras estabelecidas pelo acordo antidumping da OMC.

No entanto, embora a abordagem dos países substitutos tenha sido descartada em textos, os analistas dizem que o novo método é simplesmente outra maneira de levar adiante as práticas anteriores.

O acordo adotado pelos Estados-membros da UE na quarta-feira refletiu, em grande medida, os principais princípios apresentados pela Comissão na sua proposta apresentada em novembro de 2016.

“Se a proposta for aprovada na sua forma atual, isso conduziria a legislação incompatível com a OMC.” A UE não teria cumprido as suas obrigações,” disse à Xinhua em novembro de 2016, Renato Antonini, que se dedica ao comércio da UE e às leis da OMC.

A nova mitologia indicada na proposta é um “disfarce” para permitir que a UE continue a prática do país análogo, disse o advogado de comércio internacional Yongqing Bao à Xinhua em uma entrevista anterior.

Quanto ao próximo passo, o Parlamento Europeu deverá determinar a sua própria posição negocial, as discussões tripartidas começarão até que o texto final do acordo seja alcançado.

Fonte: Agência Xinhua

 

PROJETO DA APEX-BRASIL PROMOVE VENDA DE CASTANHAS BRASILEIRAS

O Projeto Comprador de Castanhas e Amendoins organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) teve resultado de US$ 32,1 milhões em negócios fechados na hora e estimados para os próximos 12 meses. A ação aconteceu na última semana em São Paulo.

No total foram realizadas mais de 160 reuniões de negócios entre 11 exportadores brasileiros de castanha de caju, castanha do Brasil e amendoins e 16 compradores internacionais selecionados pela Agência. Essa é a segunda vez que a Apex-Brasil realiza uma ação deste tipo para o setor. No ano passado, o escritório da Agência em Dubai realizou a primeira edição do encontro, apenas com compradores da região do Oriente Médio, e o resultado foi de US$ 3,5 milhões.

“Além dos excelentes resultados de negócios, a ação é também um grande exemplo de esforço conjunto e parceria bem-sucedida entre diferentes áreas da Agência”, afirmou Karen Jones, chefe de Operações do escritório em Dubai, segundo material divulgado pela Apex-Brasil.

Fonte: Apex Brasil

 

Minério de ferro na China tem mínima desde janeiro com preocupações sobre demanda

PEQUIM - Os contratos futuros do minério de ferro da China caíram para mínima desde janeiro nesta sexta-feira, ampliando as perdas na semana e também pressionando o aço, com os investidores liquidando posições longas por preocupações com a desaceleração da demanda dos setores de construção e infraestrutura.

A venda generalizada desta semana fez o mercado de minério de ferro, um dos maiores em derivativos de commodities da China, fechar em queda semanal de 8,2 por cento, marcando seu pior desempenho semanal desde dezembro.

"O controle da dívida excessiva do governo local e do setor bancário paralelo na China têm sido prioridade na agenda do governo central, levando a preocupações de que uma liquidez mais apertada afetará a conclusão de alguns grandes projetos de infraestrutura", afirmou a corretora de commodities Sucden em nota.

O minério de ferro na bolsa de Dalian caiu 7,5 por cento, para 461,5 iuanes por tonelada (66,89 dólares), a maior queda diária desde o final de novembro, tocando mínimas desde janeiro.

O contrato mais ativo do vergalhão de aço em Xangai recuou 2,5 por cento, para 2.931 iuanes por tonelada, acumulando queda de 4,4 por cento na semana.

Fonte: Reuters

 

03-05-2017

 

Brasil tem novo recorde de exportação de soja em abril; embarque de carnes recua

SÃO PAULO - O Brasil exportou um recorde de 10,4 milhões de toneladas de soja em abril, superando a marca anterior de 10,1 milhões de toneladas no mesmo mês de 2016, em um momento em que uma safra recorde da oleaginosa chega com força ao mercado, apontaram nesta terça-feira dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Nos quatro primeiros meses do ano, o Brasil já embarcou 23,8 milhões de toneladas do grão, alta de 14 por cento ante o mesmo período de 2016.

O volume representa cerca de 40 por cento do volume total previsto para embarques neste ano, de 60,3 milhões de toneladas, conforme previsão da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

As fortes exportações ocorrem na esteira de uma produção também recorde no país, que deverá subir 16 por cento, para mais de 110 milhões de toneladas na atual temporada, segundo uma pesquisa recente da Reuters com 19 analistas e instituições do setor.

Os embarques recordes de abril foram registrados apesar de as empresas exportadoras estarem com dificuldades para firmar negócios, especialmente no médio e longo prazos.

Produtores de soja, retraídos devido aos preços mais baixos no mercado interno, têm vendido menores volumes na expectativa de uma eventual recuperação das cotações.

Somando-se os volumes de toda a cadeia de grãos (soja, milho e farelo de soja), o país revelou um novo patamar de capacidade exportadora mensal, totalizando 11,92 milhões de toneladas em abril, superando o recorde anterior de 11,89 milhões de toneladas de março do ano passado.

A cadeia do agronegócio do país tem se beneficiado com a expansão de operações no chamado Arco Norte, onde foram instalados novos terminais nos últimos anos, em regiões como Barcarena (PA) e São Luís (MA). Já em Santos foi realizada este ano uma grande expansão em um terminal da operadora logística VLI.

CARNES

O destaque negativo no balanço mensal da Secex ficou para a carne bovina in natura, que teve o pior desempenho mensal desde abril de 2012.

No mês passado, o país embarcou 70,2 mil toneladas do produto, queda de 29 por cento ante março e recuo de 19 por cento ante abril de 2016.

O Brasil ainda se recupera da repercussão negativa junto aos compradores externos do escândalo revelado pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, em que fiscais sanitários foram flagrados em supostas irregularidades para liberar cargas para o consumo.

Diversos mercado importantes chegaram a interromper temporariamente as compras de carnes do Brasil. No setor de bovinos, a JBS --maior processadora do país-- deu férias coletivas para funcionários de diversas unidades, para adequar sua capacidade de produção aos impactos da Carne Fraca.

As exportações de carne de frango in natura recuaram para 293,5 mil toneladas em abril, queda de 15 por cento ante março e de 22 por cento ante abril de 2016.

Já os embarques de carne suína totalizaram 44,5 mil toneladas no mês passado, queda de 19 por cento ante o mês anterior e de 16 por cento ante um ano antes.

Fonte: Reuters

 

Brasil tem superávit comercial recorde para abril de US$6,969 bi, diz ministério

BRASÍLIA - O Brasil teve superávit comercial de 6,969 bilhões de dólares em abril, melhor desempenho já registrado para o mês, diante de elevação expressiva das exportações, movimento que vem sendo embalado por aumento dos preços de importantes produtos da pauta comercial.

O número veio um pouco abaixo da estimativa de saldo positivo de 7,03 bilhões de dólares, segundo pesquisa da Reuters.

Em abril, as exportações tiveram alta de 27,8 por cento ante igual mês de 2016, pela média diária, a 17,686 bilhões bilhões de dólares, divulgou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta terça-feira.

O destaque do resultado de abril ficou novamente com as commodities. As vendas de produtos básicos somaram 9 bilhões de dólares diante do bom desempenho de minério de ferro, petróleo em bruto e minério de cobre.

A exportação de manufaturados somou 6,146 bilhões de dólares e a de semimanufaturados 2,108 bilhões de dólares.

Já as importações cresceram 13,3 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado, também pela média diária, a 10,717 bilhões de dólares.

No mês, cresceram as importações de combustíveis e lubrificantes, com alta de 28,5 por cento ante abril de 2016, e de bens intermediários, avanço de 16,5 por cento na mesma base de comparação.

ACUMULADO DO ANO

Nos primeiros quatro meses do ano, o superávit da balança comercial atingiu 21,387 bilhões de dólares, patamar recorde para o período e 61,4 por cento superior ao verificado em igual etapa de 2016.

Para 2017, o MDIC projeta um superávit semelhante ao de 2016, da ordem de 47,7 bilhões de dólares, mas com aumento de exportações e importações na esteira da recuperação da economia. Nos últimos dois anos, as duas pontas vinham exibindo queda, mas com recuo mais pronunciado das importações.

Diante do bom desempenho nos primeiros meses do ano, contudo, o mercado já vê um número mais favorável para a balança em 2017. Segundo o boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira, a expectativa é de 53,15 bilhões de dólares.

Fonte: Reuters

 

BALANÇA COMERCIAL: SUPERÁVIT DE US$ 6,969 BILHÕES EM ABRIL

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 6,969 bilhões em abril. Trata-se do melhor resultado para o mês desde o início da série histórica do governo, em 1989. O saldo positivo supera o recorde de abril de 2016, quando a balança ficou positiva em US$ 4,862 bilhões.

Os dados foram divulgados hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços. De janeiro a abril deste ano, a balança acumula superávit de US$ 21,387 bilhões. O valor também é o maior da história, superando o recorde de US$ 13,2 bilhões registrado de janeiro a abril de 2016.

A balança comercial tem superávit quando as exportações – vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior – superam as importações, que são as compras do país também no exterior.

No mês de abril, as exportações brasileiras ficaram em US$ 17,686 bilhões, superando os US$ 10,717 bilhões em importações. As exportações cresceram 27,8% em relação a abril de 2016, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Ante março deste ano, houve alta de 12,5%.

As importações, por sua vez, cresceram 13,3% na comparação com abril do ano passado e subiram 5,8% em relação a março deste ano, também segundo o critério da média diária.

Destaques

Altas de preços impulsionaram as exportações, principalmente de itens básicos e semimanufaturados que cresceram 29,2% e 27,5% ante abril de 2016. Entre os básicos, foram destaque as vendas de minério de ferro (alta de 87,6% na comparação com abril de 2016), petróleo bruto (58,6%), minério de cobre (50,9%), carne suína (34,4%), soja em grão (24,2%) e farelo de soja (15,5%).

Nos semimanufaturados, produtos como óleo de soja (alta de 173,9%), de ferro e aço (55,5%), ferro fundido (46,1%) e açúcar bruto (44,4%) se destacaram. Entre os manufaturados, cujas vendas aumentaram 25,7% ante abril do ano passado, cresceu a exportação de itens como açúcar refinado (139,1%) e veículos de carga (123,3%).

Nas importações, cresceu a compra de combustíveis e lubrificantes (28,5%), bens intermediários (16,5%) e bens de consumo (6,3%). Por outro lado, caiu a aquisição de bens de capital (-5,9%).

Fonte: Ag. Brasil

 

MDIC ELEVA PARA US$ 55 BI EXPECTATIVA DE SALDO POSITIVO NA BALANÇA COMERCIAL EM 2017

Com exportações de US$ 68,1 bilhões e importações de US$ 46,8 bilhões, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 21,4 bilhões no primeiro quadrimestre de 2017. É o melhor resultado para o período desde o começo da série histórica, em 1989. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2/5), durante entrevista coletiva do secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto.

“Considerando o resultado recorde, a estimativa do MDIC é a de que tenhamos mais de US$ 55 bilhões de dólares de superávit anual”, declarou o secretário, redefinindo para cima a expectativa anterior, que era de atingir um saldo positivo de cerca de 50 bilhões de dólares em dezembro de 2017, superando o recorde registrado em 2016 (US$ 47,7 bilhões).

Abril

Com saldo de US$ 7 bilhões, abril também teve o melhor resultado da série histórica, valor 43,3% superior ao alcançado em igual período de 2016 (US$ 4,862 bilhões). No mês, os embarques ao exterior alcançaram US$ 17,686 bilhões, com crescimento, pela média diária, de 27,8%. Na comparação com abril de 2016, cresceram as exportações de básicos (+29,2%), semimanufaturados (+27,5%) e manufaturados (+25,7%).

No grupo dos básicos, quando comparadas com abril de 2016, cresceram as vendas principalmente de minério de ferro (+87,6%), petróleo em bruto (+58,6%), minério de cobre (+50,9%), carne suína (+34,4%)e soja em grão (+24,2%). No grupo dos semimanufaturados, na mesma comparação, aumentaram as vendas principalmente de óleo de soja em bruto (+173,9%), semimanufaturados de ferro e aço (+55,5%,), ferro fundido (+46,1%) e açúcar em bruto (+44,7%). Já no grupo dos manufaturados, aumentaram as vendas principalmente de hidrocarbonetos (+161,6%), açúcar refinado (+139,1%), veículos de carga (+123,3%), óleos combustíveis (+106,5%), automóveis de passageiros (+87,8%), aviões (+63,7%), e tratores (+53,6%). As importações, em abril, totalizaram US$ 10,717 bilhões, o que representou aumento de 13,3% em relação à média diária de abril de 2016.

“Nas importações, foi o quinto mês consecutivo de aumento, algo que não acontecia desde agosto de 2013”, observou o secretário Abrão Neto. No mês, cresceram as importações de combustíveis e lubrificantes (+28,5%), bens intermediários (+16,5%) e bens de consumo (+6,3%), enquanto retrocederam as compras de bens de capital (-5,9%).

Quadrimestre

No acumulado de janeiro a abril de 2017, as exportações foram de US$ 68,149 bilhões – um crescimento de 21,8%, pela média diária em relação ao mesmo período de 2016. As importações somaram US$ 46,762 bilhões (+9,5%). O saldo comercial, no acumulado do ano, ficou positivo em US$ 21,387 bilhões, valor 61,4% superior ao alcançado em igual período de 2016 (US$ 13,250 bilhões) e o maior superávit para o quadrimestre desde o início da série histórica. O recorde anterior havia sido registrado em 2016 (US$ 13,2 bilhões). “Em relação aos destinos, há crescimento para praticamente todos eles, com atenção para China com aumento de 46,8%; EUA, com crescimento de 21,7%; México com acréscimo de 12,6% e Argentina, com 26,6%”, destacou Abrão Neto.

No acumulado de janeiro a abril de 2017, as três categorias de produtos registraram crescimento nas exportações em relação a igual período de 2016: básicos (+32,1%), semimanufaturados (+14,8%) e manufaturados (+12%). Em relação à exportação de produtos básicos, houve aumento de receita, principalmente de petróleo em bruto (+142,5%), minério de ferro (+128,6%), carne suína (+40,1%), soja em grão (+26,4%), carne de frango (+14,5%), minério de cobre (+12,1%), café em grão (+7,5%) e farelo de soja (+3,4%). Nos semimanufaturados, os maiores aumentos ocorreram nas vendas de semimanufaturados de ferro e aço (+85%), óleo de soja em bruto (+59,8%), ferro fundido (+44%) e açúcar em bruto (+30,1%). No grupo dos manufaturados, ocorreu crescimento principalmente nos embarques de óleos combustíveis (+220,2%), veículos de carga (+75,8%), açúcar refinado (+59,9%), e automóveis de passageiros (+48,6%). Nas importações, no acumulado do ano, houve crescimento em combustíveis e lubrificantes (+22,5%), bens intermediários (+16,2%) e bens de consumo (+1,0%), enquanto decresceram as compras de bens de capital (-19,0%).

Para o secretário Abrão Neto, crescimento nas compras de bens intermediários sinaliza a retomada dos investimentos produtivos. “O crescimento das importações mais concentrada em bens intermediários e combustíveis e lubrificantes reforça os sinais de reaquecimento da economia dada esta natureza de importação de insumos, principalmente por parte do setor agrícola, indústria química e eletroeletrônicos”, informou.

Os principais países de origem das importações foram: 1º) China (US$ 8,20 bilhões), 2º) Estados Unidos (US$ 8,18 bilhões), 3º) Argentina (US$ 2,9 bilhões), 4º) Alemanha (US$ 2,8 bilhões) e 5º) Coreia do Sul (US$ 1,7 bilhão).

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

 

BRASIL, ARGENTINA, CHILE E PARAGUAI DISCUTEM CORREDOR BIOCEÂNICO EM ASSUNÇÃO

Representantes dos governos do Brasil, Chile, Argentina e Paraguai se reuniram na terça-feira na capital paraguaia Assunção para debater sobre a construção do Corredor Bioceânico Rodoviário na região, uma obra de infraestrutura viária que ligará o Oceano Atlântico, no Brasil, com o Oceano Pacífico, no Chile. As informações são da agência EFE.

O projeto compreende as cidades brasileiras de Campo Grande e Porto Murtinho, no Mato Grosso do Sul, as localidades paraguaias de Carmelo Peralta, Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo, as cidades argentinas de Misión La Paz, Tartagal, Jujuy e Salta, e a localidade de Mejillones, em Iquique, no Chile.

As reuniões abordaram aspectos como as obras necessárias para as infraestruturas viárias e a construção de pontes e portos e as melhorias em passagens fronteiriças e nos controles alfandegários, de proteção fitossanitária e migratória nas zonas limítrofes, segundo um comunicado da Chancelaria paraguaia.

A reunião em Assunção é a quarta de uma série de encontros que começou há um ano em Antofagasta, no Chile, e continuou em Campo Grande, no Brasil, e Jujuy, na Argentina. Na reunião de hoje participaram integrantes dos ministérios de Infraestrutura, Obras Públicas e das Relações Exteriores dos quatro países, com o objetivo de impulsionar estudos técnicos e recomendações para a construção do Corredor Bioceânico Rodoviário.

O encontro continuará amanhã (3) com uma visita às cidades de Loma Plata e Filadelfia, no Chaco paraguaio. Em paralelo ao projeto do Corredor Bioceânico, os governos da Bolívia, do Paraguai e do Peru iniciaram em março a avaliação técnica do projeto de construção de uma ferrovia bioceânica para ligar portos do Atlântico e do Pacífico, atravessando a América do Sul.

Fonte: Ag. Brasil

 

02-05-2017

 

Jeep Renegade começa a ser exportado para o México por Suape

O Porto de Suape tem se consolidado como hub port para operações com veículos, cargas consideradas de alto valor agregado no mercado. Em abril, a montadora Jeep iniciou uma nova estratégia de mercado com as exportações para o México do Jeep Renegade fabricado em Goiana (PE). Neste mês já foram enviados 2.041 carros da marca para o país. Os veículos estão saindo diretamente do atracadouro pernambucano que já vem realizando operações de exportação dos carros da Fiat e da Jeep, do grupo Fiat Chrysler Automobiles, para países como a Argentina, Costa Rica, Panamá, Peru, Uruguai e Chile desde 2015. Em 2016 a montadora enviou 348 veículos para o México com o objetivo de apresentar o carro em feiras de automóveis e também ser avaliado em testes.

Abril também foi marcado pela realização do maior embarque de veículos num único navio recebido no Porto de Suape. A embarcação Nocc Oceanic, de bandeira das Ilhas Marshall, recebeu o embarque recorde de 2.886 veículos para exportação, das fábricas da Jeep (PE) e Fiat (MG), com destino ao México e Costa Rica. No mesmo navio, foram importados veículos da GM provenientes do México. A operação durou 23 horas e envolveu 200 pessoas em três turnos.

As operações de veículos cresceram 31% no 1º trimestre de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016 no Porto de Suape. No total, já passaram pelo porto 10.698 veículos das montadoras General Motors, Toyota, Fiat e Jeep nos três primeiros meses do ano. Desse total, 8.338 foram exportados, superando os números de importação que registraram 2.360 veículos.

O sucesso das operações portuárias está atrelado diretamente à capacidade que o Porto possui para receber esses carros e abrigá-los em uma área segura. Em 2014, Suape ampliou o Pátio Público de Veículos de 3,7 para 18,7 hectares e capacidade para movimentar 250 mil veículos por ano. Mais de 70 pessoas estão envolvidas em todo o processo de logística na movimentação deste tipo de carga, incluindo profissionais da administração do Complexo de Suape, órgãos anuentes, trabalhadores portuários do Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) Suape e empresas de logística.

De janeiro a março de 2017, 16 navios cargueiros do tipo Roll on/Roll off popularmente conhecido como “ro-ro”, que transportam especificamente automóveis, atracaram em Suape. Em 2016 foram 63 atracações em comparação a 28 navios recebidos durante todo o ano de 2015, registrando o crescimento de 125% na movimentação de navios com este perfil. Operam em Suape navios dos armadores K Line, Wallenenius e NYK.

Fonte: Portos e Navios

 

Aço sobe na China por expectativa de paralisação de siderúrgicas

Os contratos futuros do aço subiram pela terceira sessão consecutiva nesta quinta-feira na bolsa de Xangai, sustentados por expectativas do mercado de que haverá redução de produção antes de um importante encontro em Pequim.

Rumores de mercado não confirmados nesta semana citavam possível restrição a siderúrgicas nos arredores de Pequim, incluindo a província de Hebei, maior produtora de aço do país, antes de uma grande reunião internacional em meados de maio.

Em ocasiões anteriores, como na cúpula do G20 no ano passado, o governo chinês ordenou interrupção de atividades industriais para melhorar a qualidade do ar antes da chegada das delegações estrangeiras.

O contrato mais ativo do vergalhão de aço em Xangai subiu 1,2 por cento nesta quinta, fechando a 3.016 iuanes por tonelada (437,48 dólares). Na sessão anterior o contrato chegou a tocar máxima de 3.032 iuanes, maior valor desde 10 de abril.

O movimento no mercado de aço ajudou a impulsionar os futuros do minério de ferro. O contrato mais ativo na bolsa de Dalian fechou em alta de 0,5 por cento, a 506 iuanes por tonelada.

Contudo, um operador de Xangai lembrou que havendo restrição para a produção de aço, "isso reduziria a demanda por minério de ferro".

No mercado físico, o minério recuou 0,3 por cento nos negócios realizados no porto do Qingdao, para 66,42 dólares por tonelada, segundo o Metal Bulletin.

Fonte: Reuters

 

BRASIL E TUNÍSIA DISCUTEM AMPLIAÇÃO DE INVESTIMENTOS E DO COMÉRCIO BILATERAL

Secretário-executivo do MDIC, Marcos Jorge de Lima, reuniu-se com o ministro das Relações Exteriores da Tunísia, Khemaies Jhinaoui

O secretário-executivo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, reuniu-se hoje, no MDIC, em Brasília, com o ministro das Relações Exteriores da Tunísia, Khemaies Jhinaoui, que estava acompanhado do Embaixador da Tunísia no Brasil, Mohamed Heidi Soltani. Durante a reunião, foram discutidas formas de ampliar as relações comerciais e os investimentos bilaterais.

O secretário-executivo do MDIC informou que o Brasil está aprovando reformas para melhorar o ambiente de negócios e que o país tem a expectativa de assinar, em breve, um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI) com a Tunísia, em negociação desde 2014. O objetivo do ACFI é apoiar o processo de internacionalização de empresas brasileiras através de instrumentos que facilitem o fluxo de capitais, mitiguem riscos e previnam controvérsias. Em curto espaço de tempo, o Brasil já firmou bilateralmente acordos de investimentos com doze países.]]

Além disso, o secretário-executivo do MDIC manifestou interesse em avançar no acordo Mercosul-Tunísia, em negociação desde 2016. O ministro tunisiano também demonstrou interesse em ampliar os fluxos comerciais bilaterais e atrair mais investimentos brasileiros para a Tunísia. O ministro disse ainda que a economia tunisiana está em recuperação. Segundo ele, em março foi registrado aumento de 9% nos investimentos estrangeiros no país, mas ainda há poucos investimentos brasileiros na Tunísia.

Intercâmbio Comercial

Em 2016 o Brasil exportou para a Tunísia US$ 197 milhões e importou daquele país US$ 47 milhões em bens, com superávit de US$ 149,6 milhões para o Brasil. Vendemos para a Tunísia, principalmente, açúcar em bruto (52% do total exportado), soja (6,8%), café cru em grão (6%), e óleo de milho em bruto (5,2%). Compramos da Tunísia adubos ou fertilizantes (33%), fluoretos (13%) e partes de aparelhos transmissores e receptores (8,6%), entre outros produtos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

 

BRASIL LEVA 42 EMPRESAS AO MAIOR EVENTO DE PETRÓLEO DO MUNDO

Foi iniciada na segunda-feira, dia 1º, a Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos. O evento, que é o mais importante do setor de petróleo e gás no mundo, segue até quinta-feira, dia 04. Ele vai reunir profissionais, especialistas e executivos das principais empresas e instituições do setor. O Brasil terá uma área dedicada ao país, que vai abrigar 42 companhias. Elas vão aos EUA em busca de parcerias e novos negócios.

Batizado de Pavilhão Brasil, o espaço brasileiro na OTC é promovido por meio da parceria entre o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos – Apex Brasil. Desde que passou a ser organizado, em 2003, o pavilhão recebeu mais de 120 empresas e se tornou uma área estratégica para fomentar a indústria nacional no exterior.

Além das ações no Pavilhão Brasil, outros eventos estão programados durante a semana da OTC. São almoços, cafés da manhã e encontros entre executivos, autoridades e investidores em potencial. A Apex-Brasil está convidando 120 investidores para três eventos sobre o Brasil.

“A OTC e o Pavilhão Brasil funcionam como uma grande vitrine para as empresas brasileiras. O espaço ajuda a divulgar as companhias nacionais, fortalece o mercado, e permite que empresas ampliem seus contatos e possibilidades de negócios com investidores estrangeiros”, afirma o secretário geral do IBP, Milton Costa Filho.

O Pavilhão Brasil ocupará uma área de 850 metros quadrados, que terá salas de reunião e um mini-auditório com uma programação paralela à oficial do evento. Estão confirmadas 28 palestras de empresas como Petrobras, Chemtech, Radix, Petrec, Ouro Negro e outras. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) também farão apresentações. Entre os assuntos a serem abordados estão os leilões previstos para esse ano, o desenvolvimento de novas tecnologias e desafios do setor no Brasil.

Entre as empresas brasileiras que vão expor no evento estão Actemium, Altona, AMT, Chemtech, Cladtek, Clark, Climb Offshore, CSL, Fechometal, Flexomarine, Forship, Frontec, HBR, Intelie, IPB, Locon, MFX, MRM, Navium, Netzsch, Nuclep, Oceânica, Ouro Negro, Petrec, PHDSoft, Presys, Polar Macaé, Radix, Rio Engenharia, Roxtec, Sandech, Senai Cimatec, Triunfo Logística, Underwater, Uphill, Vanasa Multigas, Villares Metals e Vinci Energies.

No pavilhão, 10 empresas estão estreando na OTC: AMT, Climb Offshore, Frontec, Intelie, Grupo IPB, Ouro Negro, Polar Macaé, Savvy Offshore, Senai Cimatec e Underwater. Outras cinco farão demonstração de produtos e equipamentos. São elas: Oxifree, Powerpoxi, Sodep, Tecnofink e Tecnofink Services.

A OTC é realizada anualmente desde 1969 e se tornou o evento mais importante do setor de óleo e gás no mundo. Profissionais, especialistas e executivos de grandes empresas se reúnem para apresentar e conhecer as inovações tecnológicas, além de discutir assuntos relevantes do segmento. Este ano, a expectativa é que o evento atraia cerca de 2.300 expositores e participantes de pelo menos 100 países.

Fonte: Apex-Brasil

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