Cotações de Moedas fornecidas por Investing.com Brasil.

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NOTÍCIAS DO DIA - JUNHO 2017

19-06-2017

 

BHP nomeia Ken MacKenzie como novo presidente do Conselho de Administração

SYDNEY/MELBOURNE - A gigante da mineração BHP (BHP.AX: Cotações) (BLT.L: Cotações) nomeou na sexta-feira Ken MacKenzie, um executivo de sucesso no setor de embalagens, como novo presidente do Conselho de Administração.

MacKenzie, com 53 anos, vai suceder Jac Nasser no cargo a partir de 1° de setembro, após acionistas ativistas da companhia terem desafiado a maior mineradora do mundo a reformular sua estrutura e elevar os retornos.

Investidores receberam bem a nomeação de MacKenzie, que disse ter planos de realizar um encontro com acionistas nas próximas semanas, a fim de ouvir suas visões sobre a companhia. Ele era visto como um dos presidentes executivos de maior sucesso na Austrália após 10 anos no comando da empresa de embalagens Amcor.

MacKenzie, que faz parte do Conselho da BHP desde o ano passado, é focado em disciplina financeira. Ele substituiu 75 por cento dos 80 principais gestores da Amcor durante seus primeiros dois anos na companhia.

A BHP tem enfrentado um desafio crítico sobre as responsabilidades pela Samarco, uma joint venture com a brasileira Vale cujo rompimento de uma barragem em Minas Gerais no final de 2015 deixou mortos e foi considerado o maior desastre ambiental brasileiro. A expectativa é de uma definição sobre as responsabilidades pelo caso em setembro.

Apesar de ser a maior mineradora do mundo, a BHP tem um histórico de escolher executivos de fora do setor para comandar seu conselho. Desde 1984, apenas dois dos seis presidentes do colegiado tinham histórico no segmento de mineração.

Fonte: Reuters

 

EUA afirmam que importação de vergalhão da Turquia e Japão prejudica produtor norte-americano

WASHINGTON - A Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos disse na sexta-feira que concluiu que as exportações de vergalhões a partir do Japão e da Turquia prejudicavam produtores norte-americanos, garantindo que permaneçam em vigor os direitos antidumping e antissubvenções sobre os produtos.

O Departamento de Comércio dos EUA anteriormente fez uma conclusão em 16 de maio de que os produtores japoneses e turcos despejaram vergalhão no mercado norte-americano e que as exportações turcas de vergalhão foram subsidiadas.

Fonte: Reuters

 

Consumo global de café deve atingir recorde de 158 mi sacas em 2017/18, diz USDA

NOVA YORK - O consumo global de café deverá estabelecer um novo recorde de 158 milhões de sacas de 60 quilos em 2017/18, enquanto a produção deverá seguir estável em relação ao ano anterior, em 159 milhões de sacas, disse o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) nesta sexta-feira.

Uma menor produção de café no Brasil, maior produtor do grão, está sendo compensada pelo aumento da produção no Vietnã, no México e na Indonésia, informou o USDA em seu relatório.

A previsão do USDA para a produção de café do Brasil é de 52,1 milhões de sacas em 2017/18, uma redução em relação às 56,1 milhões de sacas em 2016/17.

Fonte: Reuters

 

ÁRABES COMPRAM 30% DE LÁCTEOS EXPORTADOS PELO BRASIL

Empresas de laticínios exportaram o equivalente a US$ 15 milhões a países árabes de janeiro a maio deste ano. Região é a segunda maior importadora de produtos lácteos brasileiros.

As empresas de laticínios que integram a Viva Lácteos – Associação Brasileira de Laticínios exportaram o equivalente a US$ 15 milhões aos países árabes de janeiro a maio deste ano. O valor representa 30% do faturamento das exportações feitas pelas companhias da entidade no período.

A Viva Lácteos conta com 36 empresas, das quais 11 são exportadoras. De acordo com Gustavo Beduschi, assessor técnico da entidade, as vendas externas destas companhias representam praticamente a totalidade do que é embarcado de lácteos do Brasil ao exterior.

Segundo Beduschi, cinco empresas da associação exportam a nações árabes. Nos cinco primeiros meses deste ano, elas embarcaram 6,521 mil toneladas de produtos a países do Oriente Médio e Norte da África. Essa quantidade equivale a 37% do volume exportado pelo setor.

Atualmente, as nações árabes que compram laticínios do Brasil são Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Kuwait, Líbia, Omã e Tunísia. Os dois primeiros são os principais compradores de lácteos brasileiros na região. “A Arábia Saudita porque tem uma população grande e os Emirados porque funcionam como um hub de exportação ao mercado árabe”, explica Beduschi.

Creme de leite e leite condensado são os dois produtos enviados pelo Brasil aos países da região. “O leite condensado (brasileiro) tem uma vantagem muito grande, a de que temos um açúcar muito barato”, diz o assessor da Viva Lácteos. “Nosso principal produto de exportação nos últimos tempos é o leite condensado”, destaca.

Hoje, o mercado árabe é a segundo maior importador dos produtos lácteos do Brasil, atrás apenas da América do Sul. Segundo Beduschi, o principal entrave para um crescimento maior entre os árabes tem sido o preço dos laticínios brasileiros.

“A produção interna teve recuo em 2015 e 2016 e, mesmo com a crise, o brasileiro esteve disposto a pagar mais (pelos produtos lácteos). Isso teve consequências para as exportações”, analisa o assessor.

No total, as empresas da Viva Lácteos exportaram 18 mil toneladas de alimentos ao mundo de janeiro a maio, somando US$ 50,7 milhões em receitas. Para aumentar as exportações, Beduschi conta que as empresas irão revisar as ações e os mercados-alvo definidos para as vendas externas. “Vamos revisar os países e as ações e definir a realização de missões”, explica.

Os países atualmente definidos como prioritários para as empresas do setor são Arábia Saudita, Emirados Árabes, Estados Unidos, Colômbia, Bolívia e Rússia. Sobre as ações voltadas ao mercado árabe, este ano, empresas do setor participaram da Gulfood, maior feira de alimentos do Oriente Médio, que ocorreu em fevereiro, em Dubai, além de receberem compradores da Arábia Saudita e Emirados durante a feira da Associação Paulista de Supermercados (Apas), em maio, em São Paulo. “As empresas têm boas perspectivas, o pessoal ficou bem animado [com as possibilidades de negócios]”, afirma Beduschi.

Fonte: Anba

 

BRASIL VAI ASSINAR ACORDO PARA ACELERAR EXPORTAÇÕES PARA RÚSSIA

Protocolo torna mais rápido o desembaraço aduaneiro de produtos brasileiros. Processos serão reduzidos de mais de um dia para cinco minutos

E mais de 2,7 mil produtos brasileiros podem se beneficiar de preferências tarifárias oferecidas pelo sistema russo

Com o objetivo de aumentar e tornar mais eficaz as exportações para a Rússia, o governo brasileiro vai assinar na próxima quarta-feira (21) um protocolo para tornar mais rápido o desembaraço aduaneiro de produtos brasileiros que utilizam o Sistema Geral de Preferências (SGP) russo.

Atualmente, mais de 2,7 mil produtos brasileiros podem se beneficiar de preferências tarifárias oferecidas pelo SGP russo, o que alcança mais de 50% das exportações brasileiras para aquele mercado. Acompanhado de ministros, o presidente da República, Michel Temer, estará na Rússia em viagem oficial entre terça (20) e quarta-feira.

“Com o novo sistema, a autoridade russa deverá gastar, em média, cinco minutos. Dessa forma, o tempo de entrada de nossas exportações será reduzido de maneira significativa”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, que fará parte da comitiva presidencial.

Até então, esse processo pode levar mais de um dia, dependendo do caso. “É um importante instrumento que reduz tarifas aplicadas sobre as exportações nacionais em um mercado tão concorrido, como o russo. Ou seja, o SGP contribui para a competitividade dos nossos produtos”, avaliou o ministro.

Na viagem, Temer reafirmará o compromisso com a retomada do crescimento econômico, geração de empregos, com a agenda das reformas e, principalmente, levará a mensagem do afinco com que o País trabalha para realizar a maior e melhor integração com os fluxos globais de comércio e investimentos.

Em Moscou, está prevista também assinaturas de instrumentos bilaterais em temas como promoção de comércio e investimentos, intercâmbio cultural e consultas políticas.

Fonte: Portal Brasil

 

PARCERIA ENTRE BRASIL E CHINA DEVE SERVIR DE REFERÊNCIA PARA PAÍSES DA AMÉRICA LATINA

35 empresários chineses estiveram no Planejamento para saber sobre oportunidades de negócio no Brasil

Em encontro empresarial Brasil-China, na sexta-feira (16), o embaixador chinês no país, Li Jinzhang, disse que a parceria bilateral que criou o fundo de cooperação que vai classificar projetos realizados no Brasil, de interesse comum das duas nações, “deve servir de referência para os demais países da América Latina”, considerou. O fundo, instituído no mês passado, vai analisar projetos nos setores de infraestrutura, logística, energia e recursos minerais, agroindústria, tecnologia avançada, agricultura, armazenagem agrícola, manufatura, serviços digitais e outros de interesse das partes.

“O fundo deve funcionar segundo princípios de mercado com avaliação criteriosa de riscos e vai partir de projetos individuais para uma cooperação sistemática produtiva entre os dois países”, completou o embaixador. A carteira de projetos do fundo poderá receber aportes de até US$ 20 bilhões, dos quais até US$ 15 bilhões serão desembolsados pelo Fundo Chinês para Investimento na América Latina (Claifund), e de até US$ 5 bilhões por instituições financeiras brasileiras. Os projetos serão submetidos por meio de Cartas-Consulta que poderão ser preenchidas por meio digital, na página do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), ou ainda impressas.

O ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago Junior, disse, no encontro com 35 empresários chineses, que a presença chinesa no Brasil é essencial para que a sinalização da retomada do crescimento da economia nacional se consolide em realidade. “Há hoje um conjunto muito variado de investimentos chineses no Brasil o que demonstra a crença da China em nosso país”, afirmou. Ele destacou ainda que a cooperação bilateral está avançando em diversas frentes e citou parcerias no setor financeiro.

“Há diversos aspectos na nossa economia que podem ser melhorados e que podem ter ganhos de produtividade, com qualidade de vida para a nossa sociedade e com ganhos para os privados. Ou seja, há como ser um grande ganha-ganha para as duas nações”, concluiu o ministro sobre o potencial de colaboração com os chineses.

Em apresentação sobre o panorama geral da economia brasileira, o secretário de Assuntos Internacionais (Seain), Jorge Arbache, avaliou que o mercado de crédito nacional começa a dar sinais de melhora por conta da redução nas taxas de juros e que aumentou a confiança dos investidores estrangeiros, com ingresso de US$ 80 bilhões entre maio do ano passado e o mesmo mês deste ano. “O Brasil continua com estabilidade financeira e atraindo investimento estrangeiro direto com baixa taxa de vulnerabilidade externa e pronto para ensaiar uma recuperação consistente da atividade econômica”, analisou Arbache.

Para o secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura do ministério do Planejamento, Hailton Madureira, “na perspectiva de vinte a trinta anos, poucos mercados são tão atraentes e dispõem de tantas oportunidades como o brasileiro”, afirmou. Ele listou diversos setores em que o governo federal busca atualmente parcerias com agentes privados nacionais e internacionais, com empreendimentos como ferrovias, rodovias, portos, hidrelétricas, distribuidoras de energia, empresas de saneamento público, projetos de extração de petróleo e gás, entre outros.

Fonte: ExportNews

 

BRASIL E IRÃ DISCUTEM AVANÇOS NA AGENDA BILATERAL DE COMÉRCIO

Marcos Pereira recebeu o embaixador da República do Irã no Brasil, Seyed Ali Saghaeyan

Nomeado este ano para o posto de embaixador da República do Irã no Brasil, Seyed Ali Saghaeyan foi recebido hoje pelo ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira, para tratar dos avanços na agenda bilateral entre os países. O comércio com o país é tratado de forma prioritária pelo governo brasileiro.

“A melhoria nas relações com o Irã é uma demanda importante do setor produtivo brasileiro. Temos verificado o crescimento da corrente de comércio e entendemos que podemos fazer muito mais”, destacou Marcos Pereira. O ministro reconheceu, no entanto, que um dos principais entraves ao intercâmbio comercial ainda é o sistema bancário. Não há relações bancárias entre os países, o que inviabiliza a concretização de pagamentos.

Em função da urgência na solução do entrave, a Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligada ao MDIC, mantém ativo grupo de trabalho focado na melhora das relações econômico-comerciais com o Irã – especialmente nos setores de carnes, alimentos, equipamentos médico-hospitalares, máquinas e automotivos. O ministério trabalha na construção de uma solução envolvendo governo e bancos. “Há um interesse do governo que isso avance no menor tempo possível”, disse o ministro.

Com uma população de mais de 80 milhões de habitantes e uma renda per capita relativamente alta, o Irã figura hoje como atrativo mercado consumidor. Os dados de intercâmbio comercial demonstram considerável expansão nas relações comerciais com o país. De janeiro a maio deste ano, houve acréscimo de 33% na corrente de comércio, em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando pouco mais de um bilhão de dólares.

Em 2016, a corrente de comércio entre Brasil e Irã foi de US$ 2,3 bilhões, sendo que as exportações brasileiras atingiram U$S 2,2 bilhões, e as importações provenientes do Irã alcançaram US$ 78,5 milhões. Assim, houve superávit de US$ 2.15 bilhões para o Brasil. A expectativa pelo lado brasileiro é obter resultados ainda maiores a partir da conclusão de medidas como a inauguração total das demais etapas do Portal Único de Comércio Exterior e a modernização da legislação tributária nacional, conforme destacou o ministro Marcos Pereira.

As relações bilaterais foram relançadas no final de 2015 com a reativação da Comissão Mista Sobre Temas Econômicos, que teve sua quarta reunião em novembro do ano passado, em Brasília, com ampla participação do setor produtivo brasileiro.

Condolências

Marcos Pereira aproveitou o encontro para externar ao embaixador, em nome do governo brasileiro, solidariedade ao Irã pelo atentado terrorista que ocorreu em Teerã, no dia 7 de junho, quando o parlamento do país e o mausoléu do fundador da República Islâmica, o aiatolá Khomeini, foram atingidos. Pelo menos 17 mortes foram confirmadas.

O embaixador também recebeu os cumprimentos pela reeleição do presidente Hassan Rouhani, em primeiro turno, no dia 19 de maio. A expectativa é que Rouhani dê continuidade às políticas de abertura do país e aproximação com o ocidente.

Fonte: MDIC

 

SOJA REPRESENTA QUASE 50% DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DO AGRONEGÓCIO EM MAIO

A pauta de exportação do agronegócio em maio deste ano foi liderada pelo complexo soja, cujas vendas atingiram US$ 4,72 bilhões, o que representa 48,8% do total dos embarques do setor. A cifra representa acréscimo de 7,5% sobre o valor registrado no mesmo mês do ano passado. Os dados constam da balança comercial do agronegócio, divulgada na terça-feira (13) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Esse desempenho foi puxado pelos embarques de soja em grão, que totalizaram 10,96 milhões de toneladas, com receita de US$ 4,06 bilhões. De acordo com a SRI, o volume embarcado de soja em maio deste ano foi recorde em relação a todos os meses da série histórica e é também o segundo mês consecutivo em que o volume ultrapassa 10 milhões de toneladas.

Ainda segundo a secretaria, um dos fatores do crescimento de participação complexo soja na balança comercial é a safra recorde de soja que o Brasil colhe nesta temporada. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma produção de 113,9 milhões de toneladas da leguminosa.

A título de comparação, a safra brasileira de soja é muito próxima à norte-americana, estimada em 117,2 milhões de toneladas. Até maio, o Brasil já havia exportado 34,8 milhões de toneladas (+12,9%).

O Brasil incrementou sua produção de soja em 18,5 milhões de toneladas na última safra e ampliou suas exportações em quase 4 milhões de toneladas, passando de 30,8 milhões de toneladas exportadas entre janeiro e maio de 2016 para 34,8 milhões de toneladas entre janeiro e maio de 2017.

Caso a expansão das exportações chegue a 5 milhões de toneladas no ano, o Brasil exportará mais de 56 milhões de toneladas de soja neste ano, ultrapassando as vendas externas norte-americanas do produto, projetadas em 55,8 milhões de toneladas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).

Resultado geral

Em maio de 2017, as exportações brasileiras do agronegócio atingiram US$ 9,68 bilhões, superando em 12,8% o valor registrado em igual mês do ano anterior. Já as importações tiveram crescimento de 30%, passando para US$ 1,3 bilhão em maio deste ano.

Diante desses resultados, o superávit comercial do agronegócio brasileiro aumentou de US$ 7,59 bilhões para US$ 8,38 bilhões, sendo o terceiro maior da série histórica para meses de maio, abaixo apenas dos valores de 2012 e 2013.

Além do complexo soja, produtos como açúcar (US$ 824,22 milhões e 1,99 milhão de toneladas) e celulose (US$ 527,72 milhões e 1,19 milhão de toneladas) tiveram destaques no mês de maio.

Fonte: Mapa

 

16-06-2017

 

Arábia Saudita deve limitar vendas de petróleo à Ásia e cortar volumes para EUA

DUBAI/CINGAPURA - A Arábia Saudita, maior exportadora global de petróleo, deverá limitar os volumes que envia para alguns compradores da Ásia em julho, além de aprofundar cortes na oferta para os Estados Unidos, disseram fontes da indústria com conhecimento do assunto nesta segunda-feira.

A petroleira estatal Saudi Aramco deve suprir integralmente os volumes contratados para ao menos cinco compradores na Ásia, principalmente ao Norte, enquanto alguns clientes na Índia, na China e na Coreia do Sul deverão receber volumes menores, disseram as fontes à Reuters sob a condição de anonimato.

Os cortes na alocação de petróleo para a Ásia em julho devem totalizar cerca de 300 mil barris por dia (bpd), um volume maior que em junho, disseram as fontes.

A Aramco avisou a refinarias asiáticas no mês passado que iria reduzir a oferta de petróleo para a Ásia em cerca de 7 milhões de barris em junho, nos primeiros cortes para a região desde que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) liderou um acordo para reduzir a produção que entrou em vigor em janeiro.

Em outras regiões, houve cortes significativos para os EUA, e a Aramco continuou a reduzir o suprimento à Europa, disseram as duas fontes. Uma das fontes disse que os volumes para os EUA devem ser cortados em 35 por cento em julho, enquanto a oferta para a Europa cairia 11 por cento ante junho.

De acordo com os planos para julho, a Aramco deverá cortar a oferta para a Índia em cerca de 200 mil bpd e para a China em 110 mil bpd, enquanto Japão e Taiwan seguirão recebendo os volumes totais, disse uma fonte. A oferta para uma refinaria na Coreia do Sul também foi reduzida, disseram as duas fontes.

Fonte: Reuters

 

Aço e minério de ferro sobem na China com alívio em preocupações sobre demanda

PEQUIM - Os futuros do minério de ferro e do aço na China subiram nesta segunda-feira, recuperando parte do território perdido nas últimas semanas por esperanças renovadas de uma maior demanda, mesmo em meio a preocupações ainda existentes sobre o excesso de oferta de minério de ferro no país, maior comprador global da commodity.

O contrato mais ativo do vergalhão de aço na bolsa de Xangai SRBcv1 fechou a sessão com alta de 1,4 por cento, a 3.033 iuanes (446,19 dólares) por tonelada, na melhor performance diária em três semanas. Na última semana as cotações recuaram, pela segunda semana consecutiva.

O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de Dalian DCIOcv1 subiu 2,6 por cento, para 434 iuanes por tonelada. Na semana passada, as cotações recuaram, pela quinta semana nas últimas seis.

"Embora os mercados continuem preocupados com o impacto da desalavancagem financeira da China sobre o crescimento econômico, o setor de aço parece estar resistindo à tempestade", disseram analistas da ANZ em nota.

Fonte: Reuters

 

Exportações de petróleo da Arábia Saudita devem ficar abaixo de 7 mi pd, dizem fontes

DUBAI/LONDRES - As exportações de petróleo da Arábia Saudita deverão cair abaixo de 7 milhões de barris por dia neste verão no hemisfério norte, de acordo com fontes da indústria familiarizadas com o assunto, e os dados de frete até agora apoiam esses números.

O ministro saudita de Energia, Khalid al-Falih, disse em maio que os embarques deveriam cair ante junho, particularmente para os Estados Unidos, já que o principal produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) pretende limitar a oferta para ajudar a equilibrar o mercado.

As exportações em maio, quando a produção total da Arábia Saudita foi de 9,88 milhões de barris por dia, ficaram em média abaixo de 7 milhões de barris por dia, três fontes da indústria e de frete disseram à Reuters. Indicações iniciais sugerem que o cenário continua o mesmo neste mês, disse uma das fontes.

As exportações mais baixas podem ajudar a reduzir os estoques inchados dos Estados Unidos, o maior e mais transparente mercado de petróleo do mundo. Os altos estoques têm pesado sobre os preços do petróleo.

No geral, as exportações sauditas devem ser inferiores as de 2016, quando o reino embarcou cerca de 7,4 milhões de barris por dia, em média, de maio a agosto.

A Arábia Saudita está liderando a Opep e outros produtores este ano em um pacto para reduzir a produção de petróleo, um acordo que inicialmente seria para o primeiro semestre de 2017 e que foi estendido até março de 2018.

Fonte: Reuters

 

Exportações do campo mantiveram ritmo forte em maio

As exportações brasileiras do agronegócio renderam US$ 9,7 bilhões em maio, 12,8% mais que no mesmo mês do ano passado, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic) compilados pelo Ministério da Agricultura. As importações do setor aumentaram 30%, para US$ 1,3 bilhão, e, com isso, o superávit dessa balança registrou alta de 10,5%, para US$ 8,4 bilhões.

Os embarques voltaram a ser puxados pelo chamado "complexo soja" (inclui grão, farelo e óleo). As vendas da matéria-prima e seus derivados ao exterior renderam US$ 4,7 bilhões, resultado 7,5% superior ao do mesmo mês de 2016. Segundo o ministério, apenas as exportações do grão alcançaram praticamente 11 milhões de toneladas - um novo recorde mensal histórico -, ou US$ 4,1 bilhões, com um aumento de 2,1% do preço médio.

Já os embarques de carnes recuaram 4,1% em maio, para US$ 1,2 bilhão. "Com exceção de carnes, miudezas e preparações, cujas exportações aumentaram 15,9% (acréscimo de US$ 4,05 milhões), todos os demais itens do setor assinalaram quedas nas vendas. As exportações de carne de peru caíram 49,1%, as de carne bovina recuaram 5,1% e as de carne de frango caíram 2,5%", diz nota divulgada pelo ministério.

Sempre segundo o ministério, as exportações de açúcar e etanol chegaram a US$ 1,1 bilhão em maio, 49,2% mais que no mesmo mês de 2016, ao passo que os embarques de produtos florestais subiram 24,4% na comparação, para US$ 972,7 milhões, e os de café cresceram 22,4%, para US$ 442,5 milhões.

Nos primeiros cinco meses deste ano, as vendas externas do agronegócio brasileiro também apresentaram resultado positivo: cresceram 5,9% em relação a igual intervalo de 2016, para US$ 38,9 bilhões. As importações cresceram 22,8%, para US$ 6,1 bilhões, e o superávit cresceu 3,3% para US$ 32,7 bilhões.

De janeiro a maio, os embarques brasileiros do "complexo soja" cresceram 18%, para US$ 16 bilhões, os de carne aumentaram 5,4%, para US$ 6 bilhões e os de açúcar e etanol registraram alta de 31,7%, para US$ 4,5 bilhões. No período, a China foi o destino de 33,3% das exportações do agronegócio brasileiro.

Fonte: Valor

 

Movimentação de maio no Porto de Itajaí sofre retração

A movimentação de navios e de cargas previstas para o mês de maio no Porto de Itajaí foi prejudicada em função das condições climáticas severas ocorridas no Estado de Santa Catarina. De acordo com o relatório de estatísticas divulgado mensalmente pela Superintendência do Porto de Itajaí, o Complexo Portuário fechou o mês de maio de 2017 no acumulado dos cinco primeiros meses de 2017 (janeiro/maio), com o registro de 64 escalas e movimentação de 797.223 toneladas. Os números registram um crescimento de 4% na movimentação total de cargas em relação ao mesmo período do ano passado.

No somatório dos últimos 12 meses (junho de 2016 a maio de 2017), houve um aumento significativo em número de escalas, passando de 863 navios para 942 embarcações e na tonelagem, o crescimento verificado foi de 9% alcançando a soma de 12.271.786 toneladas.

Especificamente na movimentação de contêineres cheios durante o mês de maio, foram movimentados 9.074 TEUs, elevando a movimentação acumulada do ano (janeiro a maio) para 56.970 TEUs. No mesmo período do ano anterior verificou-se a movimentação de 50.522 TEUs, registrando-se um crescimento de 13% em relação ao ano anterior.

Já no segmento de contêineres cheios de importação durante o mês de maio, foi registrado a movimentação de 2.576 TEUs, elevando a movimentação acumulada do ano para 15.596 TEUs, observando-se uma queda de 4% em relação ao ano anterior que registrou uma movimentação de 16.229 TEUs.

Na movimentação dos berços públicos e da APM Terminals Itajaí, o mês de maio somou 15 embarcações, elevando a movimentação acumulada do ano para 93 atracações, mas verificou-se uma queda de 5% em relação ao ano anterior, quando foram somadas 98 embarcações atracadas, em função da redução das escalas de navios de turismo observada na temporada 2016/2017, bem como, na redução de escalas atendidas para navios de carga geral.

Devido às fortes chuvas ocorridas praticamente em todo o estado de Santa Catarina, na última quinzena não foi diferente em Itajaí e por isso houve a necessidade emergencial de aplicar o fechamento da barra que dá acesso ao complexo portuário de Itajaí, seguindo a orientação da Delegacia da Capitania dos Portos e Serviço Técnico da Praticagem, a determinação de impraticabilidade das manobras de entradas e saídas de navios. Este fator climático levou ao cancelamento de 12 escalas de embarcações e consequentemente contribuiu para o baixo desempenho dos terminais portuários de Itajaí.

“Na realidade verificamos que nesse ano de 2017, em todos os meses, sua movimentação já estava sendo superior ao ano anterior (2016) e o mês de maio não seria diferente. Infelizmente registramos aqueles fenômenos climáticos e que foram desfavoráveis para as atividades portuárias do nosso Complexo. Por questões relacionadas à alteração de mar, fortes ventos, altura de ondas, acabaram culminando no fechamento da barra por três dias e posteriormente tivemos elevação das chuvas que ocasionaram a elevação também do nível dos Rios Itajaí Mirim e Itajaí Açu levando então ao fechamento da barra. No final do mês de maio isso se transformou em uma redução de movimentação que infelizmente interferiu na nossa perspectiva de manter aquele crescimento mensal em torno de 10 a 12%”, destacou o Assessor de Direção do Porto de Itajaí, Heder Cassiano Moritz.

No terminal Portonave, segundo o relatório, a movimentação registrada no mês de maio somou 45 escalas com uma movimentação total de cargas de 628.967 toneladas, registrando crescimento de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na soma dos contêineres de 20 pés, sua movimentação no mês de maio foi de 57.387 TEUs – representando 77% da movimentação total de cargas contêinerizadas registradas no Complexo Portuário do Itajaí, e totalizou 74.236 TEU(s), sendo que na margem direita APMT totalizou a movimentação de 16.849 TEU(s) e representou 23%.

A movimentação de cargas contêinerizadas registrada nos recintos APMT e Cais Comercial durante o mês de maio totalizou 16.849 TEU’s, com 132.292 toneladas.

Nos demais terminais privativos do Complexo (Braskarne, Teporti, Poly Terminais), foram registradas 04 escalas de navios e cargas durante o mês de maio.

Mesmo enfrentando as perdas devido aos efeitos climáticos ocorridos nas duas últimas semanas, o Assessor de Direção do Porto de Itajaí demonstra confiança e otimismo em relação aos números que estão por encerrar este primeiro semestre de 2017, “Agora a questão é buscar pela recuperação e à partir deste mês de junho fazer com que possamos ter níveis de crescimento de movimentação, em todos os seguimentos e assim fecharmos este primeiro semestre de 2017 ainda numa condição de crescimento positivo”, destacou Heder Cassiano Moritz.

Fonte: Portos e Navios

 

Brasil e México voltam a negociar acordo comercial

Brasil e México retomaram as negociações para ampliar a lista de produtos isentos de tarifas no comércio entre os dois países, o que na prática facilita e amplia o intercâmbio de mercadorias.

Paralisadas desde o ano passado, as tratativas foram reiniciadas nesta semana, com a chegada de uma comitiva mexicana em Brasília, chefiada pelo vice-ministro de comércio exterior do México, Juan Carlos Pineda.

O país é o sétimo maior mercado para as exportações brasileiras —produtos industriais respondem por 80% das vendas. Por isso, a indústria brasileira é a maior entusiasta de um acordo de livre-comércio com o México.

Estudos da CNI (Confederação Nacional da Indústria) indicam que, com um acordo, as vendas industriais do Brasil ao México poderiam aumentar em 40%.

O Brasil exportou US$ 3,8 bilhões para o país no ano passado —cerca de 45% em produtos automotivos, contemplados por um acordo setorial em vigor desde 2015 e válido até 2019.

A indústria brasileira, no entanto, se queixa de que a venda de automotivos é limitada por cotas (teto de quantidade). Além disso, um vasto conjunto de mercadorias não tem nenhuma vantagem tarifária no México.

O impasse nas negociações ocorreu por resistência dos mexicanos em abrir seus mercados ao agronegócio.

Há outro tema em negociação, porém, que é sensível para a indústria brasileira.

O México tem uma economia mais aberta que a brasileira e se notabilizou pela implantação de "maquilas", unidades fabris que importam sem taxas para montar produtos para exportação.

Os acordos comerciais exigem que, para obter vantagens tarifárias, os produtos exportados tenham um mínimo de conteúdo produzido localmente. Nos acordos parciais com o México, o Brasil aceitou um percentual local inferior ao exigido dos parceiros mais ricos do Mercosul (60%). Esse tema deve entrar na negociação.

INTERESSE DA INDÚSTRIA

A indústria brasileira espera recuperar a fatia de mercado perdida na última década. Em 2005, o Brasil respondia por 2,4% das importações mexicanas —recuou para 1,2% no ano passado.

A crise política brasileira não deve impedir as tratativas, diz Carlos Abijaodi, diretor da CNI. "Nunca vai existir um momento ótimo, e o acordo interessa aos setores industriais dos dois países."

Para ele, as dificuldades políticas do presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, com Donald Trump tendem a ajudar. O americano anunciou que vai rever o Nafta (acordo de livre-comércio da América do Norte), levando o país a buscar alternativas.

Do lado brasileiro, é uma possibilidade de avanço na política externa, emperrada com a lentidão das negociações com a União Europeia.

Fonte: Folha SP

 

Superávit chega a US$ 2,2 bi nas duas primeiras semanas de junho

Nas duas primeiras semanas de junho de 2017, que tiveram sete dias úteis (dois dias na primeira semana e cinco na segunda), a balança comercial registrou superávit de US$ 2,224 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,411 bilhões e importações de US$ 4,187 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 94,337 bilhões e as importações, US$ 63,089 bilhões, com saldo positivo de US$ 31,248 bilhões.

Nas exportações - comparadas as médias até a segunda semana de junho deste ano (US$ 915,9 milhões) com a média de junho do ano passado (US$ 760,8 milhões) –, houve crescimento de 20,4%, em razão da performance de produtos das três categorias: semimanufaturados (37,7%) – por conta de açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ouro em forma semimanufaturada e óleo de soja em bruto –, básicos (17,3%) – puxado por petróleo em bruto, soja em grão, minério de ferro, minério de cobre e carne bovina – e manufaturados (16,8%) – principalmente por tubos flexíveis de ferro e aço, automóveis de passageiros, veículos de carga, açúcar refinado e polímeros plásticos. Em relação a maio deste ano, houve crescimento da média diária das exportações de 1,8%, em virtude dos embarques de semimanufaturados (21,2%) e manufaturados (3,5%), enquanto que as exportações de produtos básicos tiveram queda (-5,5%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana (US$ 598,2 milhões) ficou 3,1% acima da média de junho de 2016 (US$ 580,4 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (178,1%), combustíveis e lubrificantes (66,9%), adubos e fertilizantes (50,1%), siderúrgicos (45,9%) e equipamentos eletroeletrônicos (9,7%). Na comparação com maio de 2017, registrou-se crescimento de 8,5%, incentivado pelas compras de adubos e fertilizantes (81,5%), combustíveis e lubrificantes (36,3%), instrumentos de ótica e precisão (14,7%), equipamentos mecânicos (11,3%) e produtos plásticos (5,9%).

Fonte: Reuters

 

Balança registra superávit de US$ 2,2 bilhões na parcial de junho

Balanço divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) oponta que, entre os dias 1º e 9 de junho, a balança comercial registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,2 bilhões.

No período, as exportações brasileiras somaram US$ 6,4 bilhões, valor que superou o das importações: US$ 4,1 bilhões.

O valor médio diário das exportações nesta parcial de junho ficou em US$ 915 milhões, 20% maior que o registrado em igual período do ano passado (US$ 760,8 milhões).

De acordo com o MDIC, aumentaram as exportações de produtos semimanufaturados (principalmente açúcar em bruto, celulose, ferro/aço, ouro e óleo de soja), básicos (petróleo em bruto, soja em grão, minério de ferro, minério de cobre e carne bovina) e manufaturados (tubos flexíveis de ferro/aço, automóveis de passageiros, veículos de carga, açúcar refinado e polímeros plásticos).

Já o valor médio diário das importações na parcial de junho ficou em US$ 598,2 milhões, alta de 3,1% se comparado ao de igual período do ano passado (US$ 580,4 milhões).

Destaca-se no período o aumento da importação de bebidas e álcool, combustíveis e lubrificantes, adubos e fertilizantesa, além de siderúrgicos, entre outros.

No acumulado de janeiro até 9 de junho, a balança comercial tem superávit de US$ 31,2 bilhões, valor 48,4% superior ao registrado em igual período do ano passado, resultado de exportações de US$ 94,3 bilhões menos importações de US$ 63 bilhões.

Fonte: G1

 

EXPORTAÇÃO DE CAFÉ REGISTRA AUMENTO DE 9,9% EM MAIO

Volume de sacas ultrapassou 2,4 milhões de sacas, garantindo receita cambial de US$ 418,9 milhões Em maio, segundo o balanço das exportações de café do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), foram exportadas 2.437.823 sacas, enquanto em abril o número registrado foi de 2.216.834 sacas, um crescimento de 9,9%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o volume representa um decréscimo de 3,6%. Já a receita cambial ficou em US$ 418,9 milhões, com o preço médio da saca em US$ 171,84, um aumento de 13% e 17,2%, respectivamente na comparação com maio de 2016.

Os cafés verdes alcançaram, em maio, um total de 2.209.116 sacas, 2.189.557 de arábica e 19.559 de robusta. O total do café industrializado ficou em 228.707 sacas, uma queda de 23,8% em relação ao mesmo mês em 2016, sendo 227.899 sacas de café solúvel e 808 sacas de café torrado e moído. “Essa foi uma surpresa positiva neste período de entressafra e mais um indício de que devemos fechar tanto o ano cafeeiro quando o ano civil com um bom desempenho, ainda abaixo dos recordes registrados anteriormente, mas podemos considerá-lo positivo dentro de um cenário desafiador, com a oferta comprometida devido a fatores climáticos”, afirma Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.

“Com o início da próxima safra, em julho, poderemos vislumbrar melhor a performance, mas tudo indica que teremos um incremento nas exportações”, acrescenta. No acumulado do ano safra 2016/17, as exportações brasileiras de café apresentaram queda de 7,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A receita cambial entre julho-2016/maio-2017, noentanto, totalizou um aumento de 5,2% com valor acima de US$ 5,2 bilhões, com preço médio da saca a US$ 171,89.

Os primeiros cinco meses de 2017 acompanharam o movimento de baixa, com o total de exportações declinando 8,2% na comparação com o mesmo período de 2016. A receita cambial no período foi positiva, com crescimento de 9,3%, somando US$ 2,2 bilhões, com o preço médio da saca a US$ 174,85.

Fonte: cecafe.com.br

 

07-06-2017

 

Exportações de carne de frango do Brasil caem 5,6% de janeiro a maio, diz ABPA

SÃO PAULO - As exportações brasileiras de carne de frango no acumulado do ano caíram 5,6 por cento, ante os primeiros cinco meses de 2016, para 1,750 milhão de toneladas, com o setor ainda se recuperando dos impactos negativos da Operação Carne Fraca da Polícia Federal, disse a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na segunda-feira.

O volume exportado em maio também teve queda de 11,1 por cento, ante o mesmo mês de 2016, para 393,6 mil toneladas, disse a ABPA.

"O setor ainda está se recuperando dos efeitos gerados internacionalmente pelos equívocos da divulgação da Operação Carne Fraca", disse o presidente da associação, Francisco Turra, ponderando que irregularidades foram encontradas em apenas algumas unidades, mas os efeitos foram generalizados.

"Determinados mercados como China, Hong Kong, Kuweit e outros ainda apresentam desempenho inferior ao registrado no período equivalente de 2016", acrescentou ele, em nota.

Ele também chamou a atenção para a forte base de comparação, o que ajuda a explicar a queda neste ano. Disse que entre março e junho de 2016 as exportações alcançaram patamares muito altos, por volta de 400 mil toneladas, e que os níveis de maio estão dentro da média de 2017.

A receita de exportações, no entanto, registrou alta de 9 por cento entre janeiro e maio, totalizando 2,968 bilhões de dólares, ante 2,722 bilhões de dólares no mesmo período do ano passado.

CARNE SUÍNA

As exportações brasileiras de carne suína caíram 24,4 por cento em maio, ante o mesmo mês de 2016, totalizando 41,7 mil toneladas.

A receita decorrente das exportações também recuou 1 por cento no mês, para 112,3 milhões de dólares.

"Assim como no setor de aves, diversos importadores de carne suína retraíram suas compras. No caso de suínos, os impactos foram mais significativos, especialmente entre os importadores chineses", disse o vice-presidente de mercados da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Reuters

 

Canal de acesso aos portos de Itajaí e Navegantes fechado impacta exportação de aves e suínos

A produção de carne de aves e suínos, principal produto de exportação de Santa Catarina, está entre os setores mais impactados pelo fechamento do canal de acesso aos portos de Itajaí e Navegantes, que não operam normalmente desde o dia 18 de maio. Há contêineres de exportação com mais de uma semana de atraso na entrega.

As cargas refrigeradas, perecíveis, estão sendo mantidas em armazéns e terminais retroportuários com tomadas eletrificadas, que aumentam o custo de armazenagem. Outra parte seguiu para outros portos, para apressar o escoamento.

Ricardo de Gouvêa, diretor-executivo do Sindicarne, diz que o percentual de perdas depende de acordos comerciais específicos, que envolvem os seguros e cláusulas contratuais, por isso é difícil de ser calculado. Mas as duas alternativas logísticas impactam no custo final da exportação, e representam prejuízo.

Na Portonave, em Navegantes, que responde pela maior movimentação portuária no Estado, 29 navios suspenderam a atracação até esta terça-feira. Mais de 17 mil contêineres com cargas diversas foram afetados pelo cancelamento de escalas _ 8 mil contêineres deixaram de embarcar, e outros 9,5 mil não foram descarregados no porto. 

Atenção 

Embora ainda vejam vantagem logística na operação pelo Complexo Portuário do Itajaí-açu, os empresários da carne estão de olho nas medidas que serão tomadas para evitar novos entraves. Em março, o setor já teve perdas devido à greve dos transportadores de contêineres em Santa Catarina, seguida da crise decorrente da Operação Carne Fraca.

 A solução para o fechamento do acesso aos portos passa pelo controle da velocidade de escoamento do rio na foz. Os projetos existem e estão nos planos do Governo do Estado. Falta colocá-los em prática. 

Força maior 

A praticagem de Itajaí e Navegantes deverá declarar “força maior”, uma prerrogativa que permite que se abstenha de cumprir alguns acordos. Os práticos têm um mínimo de manobras a serem feitas por mês e comprovadas à Marinha. Em maio, no entanto, o número ficou abaixo do mínimo devido ao fechamento do canal. 

Logística 

Os cancelamentos de escala trazem uma preocupação extra aos donos das cargas. Pelo menos um navio que deveria atracar no Complexo Portuário teria descarregado mais de mil contêineres em outro terminal e deixado o transporte final da carga, de volta a Itajaí, por conta do importador.

O advogado Osvaldo Agripino, professor da Univali, alerta que é responsabilidade de quem opera o navio garantir que a carga chegue ao destino final contratado, não importa de que maneira isso ocorra. 

Em caso de omissão, o cliente pode acionar a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Fonte: Click RBS

 

Maio foi o melhor mês nas exportações de veículos da história, diz Anfavea

No melhor mês das exportações de veículos da história, as montadoras embarcaram em maio 73,4 mil carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, uma alta de 51,1% na comparação com igual período de 2016.

Frente a abril, os volumes exportados subiram 21%. O resultado leva para 307,6 mil veículos o total exportado nos cinco primeiros meses do ano, alta de 61,8% e também o maior volume acumulado, entre períodos equivalentes, da história. Os números foram divulgados hoje pela Anfavea, entidade que representa as montadoras instaladas no País.

O faturamento dessa indústria com exportações subiu 56,9% em maio, na comparação com igual período de 2016, chegando a US$ 1,47 bilhão.

Em relação a abril, houve alta de 19,9% no montante obtido pelo setor com embarques ao exterior.

O resultado leva para US$ 6,04 bilhões - alta de 52,7% no comparativo interanual - o total faturado nos cinco primeiros meses do ano. Além de veículos, o balanço inclui as exportações de autopeças feitas pelas montadoras, assim como as vendas externas das fábricas de máquinas agrícolas, também associadas à Anfavea.

Apesar do desempenho recorde, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, disse, durante a apresentação do resultado à imprensa, que o crescimento das exportações é insuficiente para compensar a fragilidade do mercado interno, o que faz a indústria automobilística seguir operando com ociosidade superior a 50%. Só nas fábricas de caminhões, a ociosidade gira ao redor de 80%. 

Emprego. As montadoras abriram 478 vagas no mês passado, incluindo nessa conta as fábricas de máquinas agrícolas, também associadas à Anfavea.

A indústria automobilística terminou maio com 121,4 mil pessoas ocupadas. O número representa, porém, a eliminação de 6,58 mil postos se comparado ao total empregado pelas montadoras um ano atrás. 

Na apresentação do resultado à imprensa, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, informou que, diante de uma ociosidade superior a 50%, 10,3 mil empregados das fábricas de veículos continuam trabalhando em esquemas de jornada restrita, seja em lay-off (suspensão dos contratos), no qual os operários ficam afastados das linhas de produção por até cinco meses, seja no Programa de Seguro-Emprego (PSE), no qual o horário de trabalho, bem como os salários, é reduzido. 

Fonte: Folha SP

 

NEGÓCIOS DA UE COM O BRASIL, AFIRMA EMBAIXADOR

As adversidades vividas pela União Europeia recentemente, como a saída do Reino Unido do bloco europeu e a eleição do presidente americano Donald Trump, tiveram efeito unificador e gerador de novas oportunidades para a União Europeia. Essa é a avaliação que o embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho, faz em entrevista ao programa Conversa com Roseann Kennedy, que vai ao nesta segunda-feira (5), às 21h30, na TV Brasil.

“O Brexit e a eleição do presidente Trump nos Estados Unidos, com uma postura que não é de proximidade em relação à União Europeia, teve um efeito galvanizador. Teve um efeito de aproximação e unificação da União Europeia. Hoje, em junho de 2017, nós vivemos um momento de confiança na União Europeia que já não tínhamos há alguns anos. E essa confiança resulta da forma como coletivamente soubemos reagir aos desafios do Brexit e que vieram da eleição do presidente Trump”, analisa o embaixador.

Para Cravinho, além desta proximidade entre os países do bloco, a mudança no cenário provocada por essas mudanças também abre espaço para que a União Europeia busque novos parceiros comerciais como o Brasil, individualmente, e o Mercosul.

“O mundo está mudando rapidamente e de forma inesperada. Se tivéssemos essa conversa a um ano atrás eu diria que não teríamos Brexit e Trump como presidente dos Estados Unidos. Eu e tantos outros pensaríamos assim. No entanto, essas novidades nos ensinam que nós temos que, por um lado, nos precaver de uma forma diferente em relação às nossas opções políticas. Por outro lado, nós temos de trabalhar a estreita ligação com povos em outras partes do mundo. Para mim, como embaixador no Brasil, isso significa oportunidade”, diz.

No programa da segunda-feira (5), o embaixador fala com Roseann Kennedy sobre outros temas que envolvem a União Europeia e suas relações internacionais, como a questão dos imigrantes, a expectativa de que um acordo comercial entre UE e Mercosul seja fechado ainda este ano os impactos da Operação Carne Fraca no interesse dos europeus pela carne brasileira.

João Cravinho é português e já foi secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, além de chefe da delegação da União Europeia na Índia, antes de ser designado para assumir a missão no Brasil.

Fonte: Ag. Brasil

 

05-06-2017

 

CENÁRIO INTERNACIONAL FAVORECE NOVOS NEGÓCIOS DA UE COM O BRASIL, AFIRMA EMBAIXADOR

As adversidades vividas pela União Europeia recentemente, como a saída do Reino Unido do bloco europeu e a eleição do presidente americano Donald Trump, tiveram efeito unificador e gerador de novas oportunidades para a União Europeia. Essa é a avaliação que o embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho, faz em entrevista ao programa Conversa com Roseann Kennedy, que vai ao nesta segunda-feira (5), às 21h30, na TV Brasil.

“O Brexit e a eleição do presidente Trump nos Estados Unidos, com uma postura que não é de proximidade em relação à União Europeia, teve um efeito galvanizador. Teve um efeito de aproximação e unificação da União Europeia. Hoje, em junho de 2017, nós vivemos um momento de confiança na União Europeia que já não tínhamos há alguns anos. E essa confiança resulta da forma como coletivamente soubemos reagir aos desafios do Brexit e que vieram da eleição do presidente Trump”, analisa o embaixador.

Para Cravinho, além desta proximidade entre os países do bloco, a mudança no cenário provocada por essas mudanças também abre espaço para que a União Europeia busque novos parceiros comerciais como o Brasil, individualmente, e o Mercosul.

“O mundo está mudando rapidamente e de forma inesperada. Se tivéssemos essa conversa a um ano atrás eu diria que não teríamos Brexit e Trump como presidente dos Estados Unidos. Eu e tantos outros pensaríamos assim. No entanto, essas novidades nos ensinam que nós temos que, por um lado, nos precaver de uma forma diferente em relação às nossas opções políticas. Por outro lado, nós temos de trabalhar a estreita ligação com povos em outras partes do mundo. Para mim, como embaixador no Brasil, isso significa oportunidade”, diz.

No programa da segunda-feira (5), o embaixador fala com Roseann Kennedy sobre outros temas que envolvem a União Europeia e suas relações internacionais, como a questão dos imigrantes, a expectativa de que um acordo comercial entre UE e Mercosul seja fechado ainda este ano os impactos da Operação Carne Fraca no interesse dos europeus pela carne brasileira.

João Cravinho é português e já foi secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, além de chefe da delegação da União Europeia na Índia, antes de ser designado para assumir a missão no Brasil.

Fonte: Ag. Brasil

 

BRASIL INICIA PARCERIA NA AGRICULTURA COM NOVO GOVERNO DA FRANÇA

A criação de um Comitê Especial Agrícola Permanente Brasil – França, para tratar de cooperação, tecnologia, sustentabilidade, sanidade e intensificação de comércio, foi decidida em encontro entre o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, e o diretor-geral de Desempenho Econômico e Ambiental de Empresas (DGPE), Hervê Duran, e a equipe do Ministério da Agricultura da França.

Novacki, que encontra-se em missão oficial a países europeus, disse, após o encontro, neste domingo (4), que esse canal de diálogo, além de facilitar o comércio bilateral no setor do agronegócio, contribuirá para concluir o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

De acordo com o secretário, foi bem recebida por autoridades do governo francês a iniciativa do Mapa de tratar pessoalmente do episódio da Carne Fraca, durante a visita, dando detalhes das iniciativas adotadas para dar segurança aos importadores sobre a qualidade do produto brasileiro. Foi também destacada a proposta para diálogo direto entre os dois países relacionado a interesses comuns nos projetos agrícolas.

Nas conversas, representantes do governo francês apresentaram sua expectativa sobre avanços do Acordo de Paris para o Clima. Novacki relatou a respeito do empenho e de resultados na área de sustentabilidade perseguidos na produção brasileira. O secretário enfatizou haver confiança no apoio da França para que esses esforços de preservação ambiental e de manutenção da qualidade e da segurança sanitária dos produtos brasileiros sejam reconhecidos pelo bloco europeu. Disse também esperar a superação de entraves e a finalização de negociações, a fim de que se estabeleça parceria e ganhos mútuos entre Mercosul e UE.

Na agenda na França, Novacki esteve acompanhado do embaixador do Brasil no país, Paulo Cesar Oliveira, e do secretário substituto de Relações Internacionais do Mapa, Alexandre Pontes. Um dos objetivos da viagem é estabelecer com o novo governo da França uma relação mais harmoniosa. O perfil do presidente eleito, Emmanuel Macron, indica uma perfil conciliador, tornando mais fácil o diálogo, com vistas a soluções produtivas, avaliou Novacki. O secretário lembrou que, em anos recentes, o Brasil enfrentou resistências e posições críticas junto ao bloco europeu, que impediam a ampliação do mercado da Europa para produtos brasileiros.

França

Com quase 65 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) de U$ 2,55 trilhões, a França é importante centro consumidor, mas há necessidade de trabalhar esse mercado, enfatiza o secretário, já que no setor de agronegócio do país há um comportamento conservador, apesar da participação de apenas 1,7% no PIB. No Brasil, o agronegócio responde por quase 6% do PIB.

“No momento em que o agronegócio brasileiro apresenta seu melhor resultado, o Ministério da Agricultura segue firme no propósito de alcançar 10% de participação no mercado agrícola internacional, o que representaria quase R$ 100 bilhões a mais na economia, gerando novos empregos e renda”, observou Novacki. Hoje, a fatia é de 6,9% do mercado. Neste domingo, a comitiva brasileira segue para Polônia, última escala antes do retorno ao Brasil, depois de ter visitado também a Holanda.

Fonte: MAPA

 

Futuros do minério de ferro na China se recuperam após seis dias de quedas

MANILA - Os futuros do minério de ferro na China subiram quase 2 por cento nesta sexta-feira, encerrando uma sequência de queda de seis dias, embora as perspectivas para a matéria-prima para a produção de aço permaneçam desanimadoras em meio à ampla oferta.

Os preços mais fracos do aço também limitaram os ganhos no minério de ferro, com os futuros do vergalhão de aço em Xangai registrando queda pela sétima sessão consecutiva.

O contrato mais ativo do minério de ferro na bolsa de Dalian fechou em alta de 1,9 por cento, a 429,50 iuanes (63 dólares) por tonelada. O contrato tocou uma mínima de seis meses de 415 iuanes na quinta-feira e recuou mais de 5 por cento na semana até agora.

"A demanda por reabastecimento também foi moderada por relatos de que várias usinas siderúrgicas chinesas estavam revendendo as cargas de minério de ferro adquiridas por meio de contratos de longo prazo", disse o analista do Commonwealth Bank of Australia, Vivek Dhar, em nota.

"Os elevados estoques de portos chineses também pesaram sobre os preços."

O contrato mais ativo do vergalhão de aço na bolsa de Xangai caiu 2,2 por cento, para 3.026 iuanes por tonelada nesta sexta-feira, marcando o sétimo dia consecutivo de queda.

No mercado físico, o minério de ferro na China subiu mais de 3 por cen para 57,79 dólares por toneladas.

Fonte: Reuters

 

METADE DAS EXPORTADORAS PAGA MAIS IMPOSTOS DO QUE DEVERIA

Estudo da Becomex revela: Benefícios concedidos pelo governo para incentivar a produção e exportação no País podem reduzir custos com impostos e ainda trazer “dinheiro novo” para as empresas

A Becomex, empresa especializada no gerenciamento integrado na área tributária e operações internacionais, acaba de divulgar um estudo que aponta que mais de 50% das empresas exportadoras no Brasil pagam mais impostos do que deveriam por não aproveitar corretamente os benefícios fiscais e aduaneiros existentes. O estudo também revela que muitas empresas sequer sabem o potencial que poderiam economizar com o pagamento de impostos e tributos.

Segundos os dados da Becomex a indústria automobilística, por exemplo, um dos maiores setores da economia nacional, tem hoje cerca de R$ 300 milhões em impostos a serem recuperados à espera das empresas solicitarem seus resgates junto ao governo.

“As possibilidades de reaver esses tributos aumentam quando a fabricante de veículos inicia um trabalho em toda sua cadeia com o objetivo de apurar todos os benefícios fiscais e aduaneiros concedidos pelo governo à indústria”, revela o vice-presidente da Becomex Rogério Borili.

O conceito de Gestão Integrada de Impostos da Becomex, que já é referência no mercado, proporciona redução significativa da carga tributária e potencializa resultados das empresas, graças à aplicação de metodologias de análise com elevado conhecimento da legislação somado a ferramentas de alta performance.

Um bom exemplo de recuperação ou isenção de imposto é o Drawback, uma devolução total ou parcial de tributos federais (II, IPI, PIS-Importação, Cofins-Importação e AFRMM), recolhidos quando há importação de matérias primas (embalagens, insumos e componentes) utilizadas na fabricação de mercadorias comprovadamente exportadas. É um incentivo às exportações, pois reduz os custos de produção dos produtos exportáveis, aumentando a competitividade no mercado internacional.

Segundo dados divulgados pela Receita Federal, nos últimos quatro anos o Drawback correspondeu a 29% de todo benefício fiscalconcedido pelo governo federal. Porém, cerca de 25% das maiores empresas exportadoras do Brasil não fazem a requisição desse benefício que pode gerar milhões de reais em “dinheiro novo” para a companhia.

Outro exemplo de benefícios que podem ser utilizados pelas empresas é o Reintegra, que como o próprio nome sugere, tem por objetivo reintegrar valores referentes a custos tributários residuais existentes nas cadeias de produção. Assim, a pessoa jurídica produtora e exportadora de bens manufaturados no País, poderá reaver parcial ou integralmente o resíduo tributário existente na sua cadeia de produção.
“O investimento em inteligência fiscal e tributária é um ponto de atenção estratégico, pois gastam 1/3 de suas receitas, em média, por não conseguir fazer os controles fiscais de forma eficiente, pagando imposto a mais desperdiçando a chance de trazer o chamado ‘dinheiro novo’ para seus cofres, o que faz toda a diferença especialmente em tempos de crise”, declara Rogério Borili.

Fonte: Becomex

 

PIB DO SETOR AGROPECUÁRIO CRESCE 13,4% NO 1º TRIMESTRE DO ANO

O crescimento de 13,4% do PIB da agropecuária no primeiro trimestre deste ano, em relação ao anterior, é a recuperação daquilo que perdemos no ano passado, disse Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), ao comentar o resultado do Produto Interno Bruno) de janeiro a março, divulgado na quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB do Brasil avançou 1% no período, na comparação com o quarto trimestre de 2016.

A agropecuária foi o principal destaque, tendo registrado a maior expansão em mais de 20 anos. Foi o maior crescimento desde o 4º trimestre de 1996. A safra recorde de grãos 2016/2017 ajudou a impulsionar o resultado. O clima favorável é o principal fator para o aumento da produção. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma produção de 232 milhões de toneladas de grãos neste ciclo agrícola.

“Foram mais de 30 milhões de toneladas de grãos que perdemos no ano passado por problemas de frustração de clima”, assinalou o ministro. “Quando você tem maior volume de mercadoria, há mais fretes, aumento do consumo de combustíveis e pneus, mais pessoas empregadas e maior procura por serviços.”

De acordo com Maggi, o bom desempenho da agropecuária tem reflexos em todo a economia. “Indiretamente, a agricultura impulsiona a economia porque tem um volume maior de produção. Até com preços menores que o ano passado. Se tivéssemos mantido os mesmos preços do mercado internacional de 2016 com a produção que temos, talvez alcançássemos um crescimento em torno de 17%”.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Fonte: IBGE

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